Sistema de marcação de caso em Terena (Aruak)

O presente artigo propõe uma análise dos mecanismos de codificação de caso em terena, uma língua classificada como pertencente à família aruak. A análise dar-se-á a partir da abordagem funcional-tipológica baseada nos trabalhos de Palmer (1994), Blake (1994); e, principalmente, nos trabalhos de Dixo...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Cardoso, Valéria Faria
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2017
País:Brasil
Recursos:Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)
Repositorio:Revista Liames (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.periodicos.sbu.unicamp.br:article/8646402
Acesso em linha:https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/liames/article/view/8646402
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Língua indígenas. Sistema de caso. Terena. Aruak.
Línguas indígenas
Descrição
Resumo:O presente artigo propõe uma análise dos mecanismos de codificação de caso em terena, uma língua classificada como pertencente à família aruak. A análise dar-se-á a partir da abordagem funcional-tipológica baseada nos trabalhos de Palmer (1994), Blake (1994); e, principalmente, nos trabalhos de Dixon (1979 e 1994). Em terena, as funções gramaticais S, A e O, quando codificadas pelos mecanismo de referência cruzada, marcação morfológica de caso e ordem de constituintes apontam para distintos alinhamentos, ora nominativo/acusativo, ora ergativo/absolutivo, resultantes de uma marcação fluída e cindida de caso orientado para o nominativo/absolutivo. A análise de tal cisão é aqui consolidada à medida que se pondera a respeito dos fatores condicionadores de cisão intransitiva, o que assinalar para o seguinte: é o condicionamento dado pela natureza semântica dos SNs o principal fator condicionador da intransitividade cindida na língua terena.