Adaptação cultural e validação do Protected Code Stroke para o atendimento protegido do Acidente Vascular Cerebral Agudo no Sistema Único de Saúde

A Covid-19 configura importante problema de saúde pública no Brasil e no mundo, e dentre o diverso espectro de manifestações da doença encontra-se o Acidente Vascular Cerebral. O Acidente Vascular Cerebral associado à Covid-19 é de difícil diferenciação, e sua não identificação durante o atendimento...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Oliveira, Antonio Ygor Modesto De.
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2023
País:Brasil
Institución:Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ)
Repositorio:Repositório Institucional da FIOCRUZ (ARCA)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:arca.fiocruz.br:icict/64113
Acceso en línea:https://arca.fiocruz.br/handle/icict/64113
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:COVID-19
Acidente vascular cerebral
Triagem
Medidas de segurança
Coagulação Intravascular Disseminada
Descripción
Sumario:A Covid-19 configura importante problema de saúde pública no Brasil e no mundo, e dentre o diverso espectro de manifestações da doença encontra-se o Acidente Vascular Cerebral. O Acidente Vascular Cerebral associado à Covid-19 é de difícil diferenciação, e sua não identificação durante o atendimento em serviços de emergência pode afetar o manejo clínico do caso e segurança dos profissionais de saúde e demais pacientes. Visando conferir proteção adicional aos profissionais de sáude e vítimas de Acidente Vascular Cerebral, a American Heart Association desenvolveu o Protected Code Stroke (PCS), um instrumento para manejo seguro do Acidente Vascular Cerebral agudo no contexto pandêmico. A presente pesquisa tem por objetivo traduzir, realizar a adaptação culural instrumento Protected Code Stroke para o português do Brasil e validar seu conteúdo para aplicação por profissionais de saúde de serviços de atendimento ao AVC agudo. O processo de tradução e validação do conteúdo do PCS se deu através de cinco etapas: I - Tradução para o português do Brasil, II - Síntese das traduções, III - Tradução de volta para o idioma de origem, IV - Avaliação por comitê de especialistas, V - Teste da versão pré-final. As validades de conteúdo e de face foram obtidas durante a etapa IV e V do processo de tradução, respectivamente. As cinco etapas do processo de tradução e adaptação cultural ocorreram sem intercorrências, e todas as recomendações de alterações foram acatadas. A validade de conteúdo foi obtida através do comitê de especialistas, que considerou que a versão brasileira do PCS apresentava equivalência semântica, idiomática, conceitual e cultural. Participaram da etapa V uma amostra de 33 profissionais de saúde, em sua maioria do sexo feminino, enfermeiros e provenientes do departamento de emergência. A validade de face foi obtida através desta amostra de profissionais, que considerou que a versão brasileira do PCS era clara e compreensível. A versão brasileira do Protected Code Stroke, intitulada Código AVC Protegido, demonstrou-se um instrumento válido para utilização por profissionais de saúde nos serviços de atendimento ao Acidente Vascular Cerebral agudo.