TRIAGEM NUTRICIONAL NO ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL: PERFIL DE RISCO EM PACIENTES HOSPITALIZADOS

Dentre as doenças que acometem o sistema cerebrovascular destaca-se o Acidente Vascular Cerebral (AVC). O Brasil é o país da América Latina que apresenta as maiores taxas de mortalidade por esta doença. No que diz respeito ao estado nutricional destes pacientes, é preciso aplicar instrumentos de tri...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Ferreira, Francisco Valdicélio, de Melo, Tiago Sousa, Félix, Tamires Alexandre, Monte Cunha, Francisca Maria Aleudinélia, Matos, Tárcio Aragão
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2017
País:Brasil
Recursos:Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (UNIJUI)
Repositorio:Revista Contexto & Saúde (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.revistas.unijui.edu.br:article/6695
Acesso em linha:https://www.revistas.unijui.edu.br/index.php/contextoesaude/article/view/6695
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Triagem
Avaliação Nutricional
Acidente Vascular Cerebral.
Descrição
Resumo:Dentre as doenças que acometem o sistema cerebrovascular destaca-se o Acidente Vascular Cerebral (AVC). O Brasil é o país da América Latina que apresenta as maiores taxas de mortalidade por esta doença. No que diz respeito ao estado nutricional destes pacientes, é preciso aplicar instrumentos de triagem no intuito de evitar complicações clínicas piorando o prognóstico. Para tal, utiliza-se o instrumento NRS 2002 (Nutrition Risk Screening 2002). Esta pesquisa objetiva classificar o risco nutricional de pacientes com AVC utilizando o NRS 2002. Trata-se de um estudo transversal descritivo de caráter exploratório com abordagem quantitativa. Participaram do estudo 120 pacientes diagnosticados com AVC internados em uma unidade de emergência de um hospital de referência no norte do Ceará. Os pacientes estavam com o IMC abaixo de 20,5 Kg/m², totalizaram 21,7% (26) e 51,7% (62) relataram perda de peso nos últimos três meses e redução da ingestão na última semana. Em relação ao risco nutricional, 77,5% dos participantes encontravam-se com risco nutricional leve, 13,33% moderado e 9,2% grave. O sexo masculino predominou (60,38%), prevalecendo a faixa etária entre 71 a 80 anos. No cálculo final dos escores obtidos todos os participantes estavam sob risco nutricional. Nota-se que é prevalente a desnutrição, demandando intervenções multiprofissionais urgentes. Assim, a triagem precoce pode intervir nesta realidade otimizando as opções terapêuticas e possibilidades de reabilitação.