Análise do uso de QRCodes na Exposição de Icnologia do Museu Câmara Cascudo

Museus têm empregado tecnologias de informação e comunicação para promover sua comunicação com seus públicos. Um dos recursos bastante utilizados tem sido oferecer conteúdo digital extra acessado via QRCodes. Apesar de várias iniciativas internacionais e nacionais, poucos estudos relatam avaliações...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Silva, Bruno Santana da
Tipo de documento: artigo
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2020
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO)
Repositório:Museologia e Patrimônio
Idioma:português
OAI Identifier:oai:ojs.pkp.sfu.ca:article/787
Acesso em linha:https://revistamuseologiaepatrimonio.mast.br/index.php/ppgpmus/article/view/787
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:QRCode
Avaliação de público
Museu Câmara Cascudo
Descrição
Resumo:Museus têm empregado tecnologias de informação e comunicação para promover sua comunicação com seus públicos. Um dos recursos bastante utilizados tem sido oferecer conteúdo digital extra acessado via QRCodes. Apesar de várias iniciativas internacionais e nacionais, poucos estudos relatam avaliações do uso destes recursos em museus. Este trabalho relata a experiência de uso de QRCodes na exposição “Icnologia: a vida passou por aqui” no Museu Câmara Cascudo, na cidade de Natal, RN. Primeiro são descritos a organização da sala de exposição, os objetos expostos que receberam conteúdo digital extra, o desenvolvimento desses conteúdos e suas formas de acesso dentro do museu. Em seguida, apresenta-se uma avaliação quantitativa descritiva do uso dos QRCodes nesta exposição durante três meses a partir da sua inauguração. Comparou-se a quantidade total de visitantes com a quantidade daqueles que consultaram os QRCodes. Analisou-se também a média de QRCodes consultados por pessoa e o tempo médio de duração desta consulta. Apenas 2,23% dos visitantes consultaram QRCodes na exposição, consultando menos de dois QRCodes (13,3% dos disponíveis) durante 3 minutos e 35 segundos em média. Por fim, discute-se possíveis causas desses resultados e encaminhamentos futuros.