Fontes das diferenças salariais e a segmentação ocupacional na Bahia / Sources of wage gaps and occupational segmentation in Bahia

Este artigo tem por objetivo analisar as diferenças salariais e os efeitos dos grupos ocupacionais nos salários dos ocupados na Bahia a partir dos microdados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios de 2015. Para isso, as equações mincerianas estimadas e a decomposição de Oaxaca-Blinder foram...

Full description

Bibliographic Details
Authors: Mantovani, Gabriela Gomes, Inforzato de Souza, Solange de Cassia, Gomes, Magno Rogério
Format: article
Status:Published version
Publication Date:2019
Country:Brasil
Institution:Instituto Superior de Educação Vera Cruz (VeraCruz)
Repository:Revista Veras
Language:Portuguese
OAI Identifier:oai:ojs2.ojs.brazilianjournals.com.br:article/4730
Online Access:https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BRJD/article/view/4730
Access Level:Open access
Keyword:Diferenças salariais
Segmentação ocupacional
Bahia.
Description
Summary:Este artigo tem por objetivo analisar as diferenças salariais e os efeitos dos grupos ocupacionais nos salários dos ocupados na Bahia a partir dos microdados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios de 2015. Para isso, as equações mincerianas estimadas e a decomposição de Oaxaca-Blinder foram usadas para calcular as diferenças salariais e captar os impactos dos grupos ocupacionais denominados de (i) Dirigentes e Profissionais das Ciências e das Artes (PCA’s), (ii) Técnicos de nível médio, e (iii) Trabalhadores de serviços e da produção. Os resultados confirmam o hiato salarial entre os grupos ocupacionais e revelam a magnitude da segmentação ocupacional no mercado de trabalho na Bahia: a segmentação mais relevante é a relativa aos grupos dos dirigentes e PCAs comparados aos Técnicos de nível médio (aproximadamente 50%), seguida daquela relacionada aos grupos dos Dirigentes e PCAs e Trabalhadores dos serviços e da produção (30%) e, por fim, a associada aos Técnicos de nível médio e Trabalhadores da produção (15%), o que contribui para o conhecimento empírico dessas desigualdades na Bahia.