Covid-19, inequidad y necropolitica en Brasil: el primer año de la pandemia

Este artigo analisa as respostas do governo Jair Bolsonaro à COVID-19 durante o primeiro ano da pandemia no Brasil (março de 2020 a fevereiro de 2021). O argumento central é que as políticas oficiais autoritárias e irracionais foram a etapa final de um ciclo histórico marcado pela desigualdade socia...

ver descrição completa

Detalhes bibliográficos
Autor: Cueto, Marcos
Tipo de documento: artigo
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2022
País:Brasil
Recursos:Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ)
Repositório:Repositório Institucional da FIOCRUZ (ARCA)
Idioma:espanhol
OAI Identifier:oai:arca.fiocruz.br:icict/72472
Acesso em linha:https://arca.fiocruz.br/handle/icict/72472
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:COVID-19
Brasil
Necropolítica
Bolsonaro
História
Necropolitica
Historia
Política de Saúde
Desigualdades de Saúde
Descrição
Resumo:Este artigo analisa as respostas do governo Jair Bolsonaro à COVID-19 durante o primeiro ano da pandemia no Brasil (março de 2020 a fevereiro de 2021). O argumento central é que as políticas oficiais autoritárias e irracionais foram a etapa final de um ciclo histórico marcado pela desigualdade social e um caso de necropolítica, conceito concebido por Achille Mbembe para explicar a soberania do Estado na decisão sobre a morte e a vida. A necropolítica de Bolsonaro significou a banalização da morte dos pobres e discriminados, como os afro-brasileiros e os indígenas na Amazônia, a destruição do diálogo entre a sociedade civil e o Estado e a transferência de poder do Ministério da Saúde para o governo central. Essas características faziam parte de um esforço para intimidar a população perante os detentores do poder e fazer com que os pobres aceitassem que as doenças são o resultado de um destino imprevisível.