Os mortos do capitão : a narrativa do presidente Jair Bolsonaro no Twitter em relação à covid-19 durante o primeiro semestre de 2020

Este trabalho objetiva analisar as postagens de Jair Bolsonaro em seu perfil no Twitter durante o primeiro semestre de 2020 para compreender se existiu relação entre a comunicação de Bolsonaro postada na rede social digital e suas ações enquanto presidente durante a pandemia. Foram verificadas publi...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Furtado, Diego Freitas Iribarrem Icart
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2022
País:Brasil
Institución:Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da PUC_RS
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:tede2.pucrs.br:tede/10308
Acceso en línea:https://tede2.pucrs.br/tede2/handle/tede/10308
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Bolsonaro
COVID-19
Saúde
Dados
Necropolítica
Health
Data
Necropolitics
CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::COMUNICACAO
Descripción
Sumario:Este trabalho objetiva analisar as postagens de Jair Bolsonaro em seu perfil no Twitter durante o primeiro semestre de 2020 para compreender se existiu relação entre a comunicação de Bolsonaro postada na rede social digital e suas ações enquanto presidente durante a pandemia. Foram verificadas publicações pertencentes a um banco de dados com 8.204 publicações, com datas entre 31 de março de 2010 e 1º de julho de 2020. A pesquisa considera a trajetória de conflito (NETO, 2019) na qual Bolsonaro realiza o seu discurso entre 2010 e 2020 por meio de inserções no Twitter e analisa as publicações com base em critérios de classificação da desinformação (WARDLE; DERAKHSHAN, 2017). Busca-se compreender se existe relação entre as ações jurídicas mapeadas (DIAZ-QUIJANO; RIBEIRO, 2021) e quais suas ligações com o que Bolsonaro tweetou. Também são discutidas potenciais características fascistas (ECO, 2018) no discurso de Bolsonaro e suas conexões com a necropolítica (MBEMBE, 2018). Ao final do trabalho, é possível perceber uma relação direta entre oque Bolsonaro falou e fez, em uma política que assumia as mortes por COVID-19como parte do seu modelo de gestão do Estado.