Quando os espaços se fecham para o equívoco
Resumo: Neste artigo retomo o equívoco na relação com o acontecimento discursivo para discutir a estabilização de sentidos no social. Tenho como ancoragem analítica o filme Era uma vez..., que tematiza as contingências que cercam o sujeito na dicotomia entre o Morro do Canta Galo e o Bairro de Ipane...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2014 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) |
| Repositorio: | Repositório da Produção Científica e Intelectual da Unicamp |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:https://www.repositorio.unicamp.br/:1412658 |
| Acceso en línea: | https://hdl.handle.net/20.500.12733/25755 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Tópico discursivo Equívoco (Linguística) Espaço urbano Fatores socioeconômicos Discursive topic Slip-up (Linguistics) Urban space Socioeconomic factors Antecipação Artigo original |
| Sumario: | Resumo: Neste artigo retomo o equívoco na relação com o acontecimento discursivo para discutir a estabilização de sentidos no social. Tenho como ancoragem analítica o filme Era uma vez..., que tematiza as contingências que cercam o sujeito na dicotomia entre o Morro do Canta Galo e o Bairro de Ipanema. Na não-escuta entre os dois espaços focalizo o funcionamento da antecipação, buscando compreender a reiteração da previsibilidade das interpretações |
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