Prevalência molecular de Ehrlichia canis em cães atendidos no Hospital de Clínicas Veterinária da UFPel

Este estudo teve como objetivo investigar a prevalência de Ehrlichia canis, um patógeno que pode causar uma doença multisistêmica em cães, em uma população de cães com condições clínicas variadas do Hospital Clínicas Veterinária (HCV) da Universidade Federal de Pelotas (UFPel). Um total de 95 amostr...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Buitrago Linares, Daniel Felipe
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2023
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Pelotas (UFPEL)
Repositorio:Repositório Institucional da UFPel - Guaiaca
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:guaiaca.ufpel.edu.br:prefix/11562
Acceso en línea:http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/handle/prefix/11562
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:CIENCIAS AGRARIAS
Nested PCR
Cães
Zoonótica
Hemoparasitas
Doenças transmitidas
Dogs
Zoonotic
Hemoparasites
Transmitted disease
MEDICINA VETERINARIA
ADMINISTRACAO MUNICIPAL E URBANA
Descripción
Sumario:Este estudo teve como objetivo investigar a prevalência de Ehrlichia canis, um patógeno que pode causar uma doença multisistêmica em cães, em uma população de cães com condições clínicas variadas do Hospital Clínicas Veterinária (HCV) da Universidade Federal de Pelotas (UFPel). Um total de 95 amostras de sangue foram coletadas e avaliadas quanto à qualidade antes de serem analisadas por meio de Nested PCR. Os resultados revelaram que o DNA de E. canis foi detectado em 16 das 95 amostras, indicando uma taxa de prevalência de 16,84% no HCV-UFPel. A idade média dos animais infectados foi de 7,86 ± 5,13 anos, sendo o mais jovem com 0,8 anos e o mais velho com 15,8 anos. Este estudo representa um dos poucos estudos de prevalência molecular realizados no Rio Grande do Sul e contribui para uma melhor compreensão do comportamento epidemiológico de E. canis. Os achados sugerem que a infecção por E. canis está presente em cães com diferentes condições clínicas, destacando a necessidade de vigilância e medidas de controle de rotina para evitar a possível transmissão zoonótica.