Molecular detection of Babesia vogeli, Ehrlichia canis and Anaplasma platys in a hospital population of dogs clinically diagnosed with hemoparasitosis

Há um aumento na ocorrência das doenças transmitidas carrapato em cães em áreas urbanas e rurais no Brasil, algumas, inclusive, são de importância para a saúde pública. As hemoparasitoses transmitidas por Rhipicephalus sanguineus estão entre as principais causas de mortalidade em cães. O presente tr...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Paschoal, Aline Ticiani Pereira, Silva, Ana Clécia dos Santos, Bernardes, Juliana Correa, Caldart, Eloiza Teles, Ferreira, Fernanda Pinto, Soares, João Fábio, Matos, Aldair Calistro de, Moraes, Nathalia Rye, Garcia, João Luis, Vidotto, Odilon, Mitsuka-Breganó, Regina
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2020
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositorio:Repositório Institucional da UFRGS
Idioma:inglés
OAI Identifier:oai:www.lume.ufrgs.br:10183/215023
Acesso em linha:http://hdl.handle.net/10183/215023
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Ehrlichia canis
Babesia vogeli
Anaplasma platys
Doenças transmitidas por carrapatos
Diagnostico molecular
Cães
Londrina (PR)
Globular volume
Hemoparasite
PCR
Descrição
Resumo:Há um aumento na ocorrência das doenças transmitidas carrapato em cães em áreas urbanas e rurais no Brasil, algumas, inclusive, são de importância para a saúde pública. As hemoparasitoses transmitidas por Rhipicephalus sanguineus estão entre as principais causas de mortalidade em cães. O presente trabalho teve como objetivo investigar a ocorrência por meio de detecção molecular de Ehrlichia canis, Babesia vogeli e Anaplasma platys em cães com sinais clínicos e anormalidades hematológicas sugestivas de doenças transmitidas por carrapatos. Esses cães foram atendidos em um hospital veterinário de uma universidade pública entre janeiro de 2014 e dezembro de 2016, onde foram avaliados por anamnese, exame clínico e exames complementares. A técnica de reação em cadeia da polimerase foi utilizada para detectar a presença de hemoparasitas. Dos 461 cães testados para B. vogeli, 10,6% (49/461) foram positivos, a variável associada foi a idade. Em relação aos 730 animais testados para E. canis, 15,1% (110/730) foram positivos, e a infecção foi associada ao hematócrito e ao número de plaquetas. Das 86 amostras testadas para A. platys, 15,1% (13/86) foram positivas e nenhuma variável apresentou significância estatística. Dentre os animais positivos para B. vogeli, nenhum foi positivo no qPCR para Rangelia vitalii. Conclui-se que a ocorrência de hemoparasitose em cães da região de Londrina é comum. Assim, enfatiza-se que as técnicas moleculares devem ser utilizadas como ferramentas auxiliares para o diagnóstico diferencial dos diferentes agentes etiológicos causadores da hemoparasitose. Além disso, são essenciais para uma melhor investigação e assertividade preventiva, pois permitem detectar o DNA do parasita.