Unions in Brazil : what to expect in the near future?
Hoje em dia, há um debate crescente sobre o papel da negociação coletiva na regulação do trabalho no Brasil. No entanto, é possível discutir uma regulação deste tipo, sem debater os atores coletivos responsáveis por isso? A resposta é provavelmente negativa, ao menos no que diz respeito aos atores d...
| Autor: | |
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| Formato: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2016 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da IPEA (RCIpea) |
| Idioma: | inglés |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ipea.gov.br:11058/7330 |
| Acesso em linha: | http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/7330 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Sindicatos Legislação Trabalhista Negociação Coletiva Labour regulation Collective bargaining Unions. |
| Resumo: | Hoje em dia, há um debate crescente sobre o papel da negociação coletiva na regulação do trabalho no Brasil. No entanto, é possível discutir uma regulação deste tipo, sem debater os atores coletivos responsáveis por isso? A resposta é provavelmente negativa, ao menos no que diz respeito aos atores de trabalho (sindicatos), que enfrentam vários dilemas. Há milhares de sindicatos no Brasil, distribuídos por todos os setores econômicos, categorias profissionais e regiões do país. À primeira vista, isso pareceria muito promissor para a promoção de qualquer regulação negociada do trabalho. No entanto, como regra, esses sindicatos apresentam uma constituição frágil, com poucos trabalhadores em sua base, bem como uma pequena filiação entre eles. Como resultado desta constituição frágil, esses sindicatos reúnem poucos recursos para negociar coletivamente novas formas de regulação do trabalho. Para superar esses problemas, algumas mudanças estruturais (e históricas) parecem necessárias, a fim de obter sindicatos mais representativos e efetivos no Brasil |
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