Unions in Brazil : what to expect in the near future?

Hoje em dia, há um debate crescente sobre o papel da negociação coletiva na regulação do trabalho no Brasil. No entanto, é possível discutir uma regulação deste tipo, sem debater os atores coletivos responsáveis por isso? A resposta é provavelmente negativa, ao menos no que diz respeito aos atores d...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Campos, André Gambier
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2016
País:Brasil
Recursos:Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA)
Repositorio:Repositório Institucional da IPEA (RCIpea)
Idioma:inglés
OAI Identifier:oai:repositorio.ipea.gov.br:11058/7330
Acesso em linha:http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/7330
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Sindicatos
Legislação Trabalhista
Negociação Coletiva
Labour regulation
Collective bargaining
Unions.
Descrição
Resumo:Hoje em dia, há um debate crescente sobre o papel da negociação coletiva na regulação do trabalho no Brasil. No entanto, é possível discutir uma regulação deste tipo, sem debater os atores coletivos responsáveis por isso? A resposta é provavelmente negativa, ao menos no que diz respeito aos atores de trabalho (sindicatos), que enfrentam vários dilemas. Há milhares de sindicatos no Brasil, distribuídos por todos os setores econômicos, categorias profissionais e regiões do país. À primeira vista, isso pareceria muito promissor para a promoção de qualquer regulação negociada do trabalho. No entanto, como regra, esses sindicatos apresentam uma constituição frágil, com poucos trabalhadores em sua base, bem como uma pequena filiação entre eles. Como resultado desta constituição frágil, esses sindicatos reúnem poucos recursos para negociar coletivamente novas formas de regulação do trabalho. Para superar esses problemas, algumas mudanças estruturais (e históricas) parecem necessárias, a fim de obter sindicatos mais representativos e efetivos no Brasil