Subjetivações e corporeidades em devir: encenando performances criadoras de conexões entre teatro e ensino
Essa dissertação apresenta a criação de possíveis conexões entre teatro e ensino inspirada em oficinas de teatro do Grupo Os Carlitos, vivenciadas em 2018, na cidade de Bagé (RS). A construção dessa temática se deu por relações rizomáticas de experiências que vivi aprendendo e ensinando teatro. Cart...
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2020 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UNIPAMPA |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.unipampa.edu.br:riu/5421 |
| Acceso en línea: | https://dspace.unipampa.edu.br/jspui/handle/riu/5421 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | CNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS Teatro Ensino Subjetivação Corpos Theater Teaching Subjectivation Bodies |
| Sumario: | Essa dissertação apresenta a criação de possíveis conexões entre teatro e ensino inspirada em oficinas de teatro do Grupo Os Carlitos, vivenciadas em 2018, na cidade de Bagé (RS). A construção dessa temática se deu por relações rizomáticas de experiências que vivi aprendendo e ensinando teatro. Cartografei experimentações teatrais, territórios habitados por existências e sensibilidades, ao indagar: que criações subjetivas e corporais acontecem comigo e com os outros nas oficinas de teatro? Como inventamos subjetividades e corporeidades nessas experimentações? Que conexões entre teatro e ensino posso inventar a partir das oficinas teatrais que vivenciei? Questões que me levaram a estudar o teatro dramático e pós-dramático na perspectiva da Filosofia da Diferença e na linha deleuzeana, que me permite perceber a virtualidade das corporeidades e dos processos de subjetivação experimentados nas artes cênicas. E, a partir delas, pensar as conexões com o ensino, apoiada nas Teorias Pós-Estruturalistas, especialmente os estudos foucaultianos, para argumentar em defesa da subversão dos agenciamentos que governam corpos e mentes, e da criação de linhas de fuga que se movem como fluxos, nos currículos e nas escolas, abrindo possibilidades para experimentar o sensível, perceptos e afectos, e produzir singularidades. Aos encontros com essas leituras e no decorrer das experimentações houve um fluir de ideias e movimentos da subjetivação e corpos que é incomensurável, uma arte-magia que não se traduz em poucas palavras aqui ditas, há de se debruçar até a linha final, para deixar-se tocar pelas emoções que transcendem à escrita. |
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