Estações disseminadoras de larvicida, como estratégia de controle de Aedes aegypti (Linnaeus, 1762) no município de Joinville-SC
No Brasil, Aedes aegypti tem apresentado aumento na distribuição e persistência em áreas onde não havia registro dessa espécie, com ausência de tratamento etiológico específico para as principais arboviroses, se faz necessária a busca de novas tecnologias, como a autodisseminação de pyriproxyfen pel...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2024 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da FIOCRUZ (ARCA) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:arca.fiocruz.br:icict/66448 |
| Acceso en línea: | https://arca.fiocruz.br/handle/icict/66448 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Controle vetorial Aedes aegypti Estações Disseminadoras de Larvicida Mudanças climáticas Vector control Larvicide Disseminating Stations Climate change Controle de vetores de doenças Aedes Infecções por Arbovirus |
| Sumario: | No Brasil, Aedes aegypti tem apresentado aumento na distribuição e persistência em áreas onde não havia registro dessa espécie, com ausência de tratamento etiológico específico para as principais arboviroses, se faz necessária a busca de novas tecnologias, como a autodisseminação de pyriproxyfen pelas fêmeas de Aedes. O objetivo do estudo foi analisar o efeito da autodisseminação de pyriproxyfen através de Estações Disseminadoras de Larvicida(EDL), sobre as populações de Ae. aegypti. no município de Joinville-SC. O estudo foi realizado na área urbana do município de Joinville, Santa Catarina, durante quatro anos (2019-2022), avaliando o efeito nos indicadores larvários antes da implantação das EDL's (2019 e 2020) e após a implantação (2021 e 2022), bem como os efeitos com fatores meteorológicos (precipitação, umidade relativa, temperatura média, mínima, máxima). Realizou-se uma análise descritiva e inferencial da abundância de Ae. aegypti e do perfil entomo-epidemiológico de dengue no município. Foram instaladas 641 EDL's, nas áreas de intervenção, distribuídas nos seguintes bairros: Guanabara, Boa Vista, Petrópolis e Paranaguamirim. Foram selecionadas oito áreas controle (sem EDL's), nos bairros Jardim Iririú, Jarivatuba, Costa e Silva e Saguaçu, cada área com um raio de 500 metros, as quais foram monitoradas com larvitrampas da rotina de monitoramento entomológico do município por semana. Se observou um aumento gradativo da evolução espaço-temporal da incidência dos casos de dengue por bairro, que acompanharam a colonização nos bairros desde 2019 até 2022. O índice de densidade de larvas (IDL), foi o indicador que melhor descreveu o efeito das EDL's, seguido da média de larvas (ML), com um incremento menor após a implantação da estratégia na cidade. A temperatura, precipitação e umidade, não apresentaram associações claras com a média de larvas por semana epidemiológica, e não se encontraram diferenças entre as áreas com EDL's e as áreas controle. No entanto, o efeito das EDL's na densidade de larvas ao analisar por estações climáticas, foi de diminuição e foi mais evidente no inverno, apesar de apresentar uma densidade de larvas baixa nesse período, quando comparado com o verão, com um efeito menor, mas com uma densidade de larvas de Ae. aegypti maior nesse período. Enfim, o efeito das da autodisseminação de pyriproxyfen através de EDL's por tipo de criadouros, não foi claro, mas o efeito no número de depósitos foi expressivo quando comparado com a área controle, especialmente nos depósitos tipo B, D2 e C. |
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