Análise espacial da relação entre dengue e a densidade de fêmeas de Aedes aegypti (Diptera: Culicidae), no pico da epidemia no município de Santos, SP, no período de 2012 a 2018
Este trabalho apresenta um estudo do comportamento temporal dos índices entomológicos e das epidemias de dengue ocorridas na cidade de Santos - SP durante o período de 2012 a 2018. Além disso, uma análise espacial através da utilização de Indicadores Locais de Correlação Espacial (LISA) mostrou a di...
| Autor: | |
|---|---|
| Formato: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2021 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-13042022-132402 |
| Acesso em linha: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/6/6142/tde-13042022-132402/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Aedes aegypti Armadilhas Controle de Vetores Dengue Dinâmica de Transmissão Entomological Indicators Indicadores Entomológicos Transmission Dynamics Traps Vector Control |
| Resumo: | Este trabalho apresenta um estudo do comportamento temporal dos índices entomológicos e das epidemias de dengue ocorridas na cidade de Santos - SP durante o período de 2012 a 2018. Além disso, uma análise espacial através da utilização de Indicadores Locais de Correlação Espacial (LISA) mostrou a dinâmica desta epidemia nos bairros santistas no auge da epidemia. Os resultados mostram que as epidemias possuem um comportamento sazonal e que existe correlação positiva entre o indicador entomológico estudado e os casos de dengue. Através da aplicação desta ferramenta estatística, foi possível verificar quais foram os períodos em que ocorreram os surtos de dengue em Santos. Por meio da utilização de análises de estatística espacial, foi possível compreender, mesmo que parcialmente qual é a dinâmica de transmissão da dengue nesta cidade litorânea. Assim, a pesquisa pretende contribuir para o fortalecimento da vigilância e monitoramento dos vetores e da doença e, com isso, trazer aos gestores públicos a possibilidade de novas abordagens para utilização nos programas de controle dos municípios. |
|---|