ANSIEDADE EM TRANSGÊNEROS ACOMPANHADOS EM UM AMBULATÓRIO DE SEXUALIDADE MARANHENSE

O objetivo deste estudo foi avaliar os sintomas ansiosos em indivíduos transexuais atendidos em um ambulatório de gênero e sexualidade. Caracteriza-se como um estudo descritivo, de corte transversal e abordagem quantitativa, adotando amostra por conveniência (n=46). Foi realizado nas dependências de...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Cruz, Pablo Nascimento, Ramos, Aline Sharlon Maciel Batista, Penha, Jaiza Sousa, Alencar, Rosemary Fernandes Corrêa, Veras, Valdiclea de Jesus, Silva, Joanne Thalita Pereira, de Lacerda , Emanuella Pereira, Gomes, Danessa Silva Araújo, Vilanova, Rafaela Ferreira, Lima, Raylane Silva
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2023
País:Brasil
Institución:Universidade Paranaense (UNIPAR)
Repositorio:Arquivos de Ciências da Saúde da UNIPAR (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs2.revistas.unipar.br:article/10268
Acceso en línea:https://revistas.unipar.br/index.php/saude/article/view/10268
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Transtornos Mentais
Transtornos Ansiosos
Pessoas Transgênero
Descripción
Sumario:O objetivo deste estudo foi avaliar os sintomas ansiosos em indivíduos transexuais atendidos em um ambulatório de gênero e sexualidade. Caracteriza-se como um estudo descritivo, de corte transversal e abordagem quantitativa, adotando amostra por conveniência (n=46). Foi realizado nas dependências de um Hospital Universitário Nordestino mediante aplicação do Inventário de Ansiedade de Beck (BAI) e formulário sociodemográfico, os dados coletados foram trabalhados no EpiInfo. Os resultados revelaram trans em sua maioria jovens, de cor parda, solteiros, com ensino médio completo, estudantes, residiam com pais e/ou parentes, não religiosos, e metade com vínculo empregatício. A ansiedade leve esteve presente em 21,7% e mínima em 34,8% dos pacientes, enquanto, a moderada em 28,3% e a grave 15,2%. Identificou-se relevância estatística na associação entre ansiedade e idade (p= 0,0072), e de ansiedade com vínculo empregatício (p=0,0039). Portanto, demonstrou-se que a maioria dos entrevistados apresentaram com menor severidade sintomas ansiosos, podendo ter relação com seu maior grau de instrução, presença de suporte social e presença de vínculo de trabalho.