Produtos naturais e seus efeitos sobre a micoflora e fisiologia em sementes de sabiá (Mimosa caesalpiniaefolia Benth).

As leguminosas fixadoras de nitrogênio são fundamentais em sistemas de produção de baixa utilização de insumos. A Mimosa caesalpinieaefolia Benth, conhecida como sabiá, é uma espécie nativa da caatinga do Nordeste do Brasil. Em virtude das suas características ecofisiológicas. De importância social...

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Detalhes bibliográficos
Autores: LEITE, Rodrigo Pereira., MEDEIROS, José George Ferreira., NASCIMENTO, Luciana Cordeiro do.
Tipo de documento: capítulo de livro
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2011
País:Brasil
Recursos:Universidade Católica de Brasília (UCB)
Repositório:Repositório Institucional da UCB
Idioma:português
OAI Identifier:oai:localhost:riufcg/33190
Acesso em linha:http://dspace.sti.ufcg.edu.br:8080/jspui/handle/riufcg/33190
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:Sementes florestais
Extratos vegetais
Patógenos de sementes
Mimosa caesalpiniaefolia Benth
Sementes de sabiá
Patologia de sementes
Sabiá - Mimosa caesalpiniaefolia Benth
Forest seeds
Plant extracts
Seed pathogens
Sabia seeds
Seed pathology
Thrush - Mimosa caesalpiniaefolia Benth
Ciências Agrárias.
Descrição
Resumo:As leguminosas fixadoras de nitrogênio são fundamentais em sistemas de produção de baixa utilização de insumos. A Mimosa caesalpinieaefolia Benth, conhecida como sabiá, é uma espécie nativa da caatinga do Nordeste do Brasil. Em virtude das suas características ecofisiológicas. De importância social e econômica para o Nordeste, o sabiá é fundamental em qualquer programa de reflorestamento na região, principalmente no semiárido. Objetivou-se nesta pesquisa avaliar a eficiência dos extratos vegetais de alamanda (Allamanda blancheti L.), melão de são caetano (Momordica charantia L.) e óleo essencial de erva-doce (Pimpinella anisum L.) sobre a micoflora e fisiologia de sementes de sabiá. O delineamento experimental utilizado para o teste de sanidade foi o inteiramente casualizado com cinco tratamentos, distribuídas em dez repetições de vinte sementes. As sementes foram imersas nos tratamentos por cinco minutos, sendo a testemunha embebida em água destilada estéril (ADE). Posteriormente, as sementes foram acondicionadas em placas de Petri contendo papel filtro estéril e umedecido com água destilada esterilizada sendo incubadas por sete dias sob temperatura ambiente de 25°C ± 2°C, sendo então avaliadas quanto à presença de fungos. Para o teste de germinação, utilizaram-se 200 sementes, distribuídas em quatro repetições de 50 sementes por tratamento, colocadas em rolos de papel germitest previamente esterilizados, e colocadas para germinar em câmara de germinação à 27°C ± 2°C. Os testes de vigor consistiram de primeira contagem e índice de velocidade de germinação. Constatou-se nas sementes não tratadas a incidência de Aspergillus sp., Cladosporium sp., Fusarium sp., Penicillium sp., e Rhizopus sp.. Os tratamentos naturais testados foram eficientes no controle de fungos associados a sementes de sabiá, além de promover maiores médias de germinação. Os extratos de alamanda, melão de são Caetano e o óleo essencial de erva doce, pode ser considerados alternativas para a substituição de fungicida químico no tratamento de sementes de sabiá e de outras espécies florestais nativas.