A posição do agente da liberdade na ética V

O primeiro axioma da parte V da Ética de Espinosa suscita a interpretação do sujeito como espectador neutro (Macherey) ou sujeito vazio (Bove). A análise do termo “sujeito” mostra que Descartes empregava a palavra como substância, diferente da subjetividade kantiana; mas como explicar seu uso por Es...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Chaui, Marilena
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2010
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Cadernos Espinosanos (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/89380
Acceso en línea:https://revistas.usp.br/espinosanos/article/view/89380
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Sujeito
Agente
Substância
Contrariedade
Liberdade.
Subject
Substance
Contrariety
Freedom.
Descripción
Sumario:O primeiro axioma da parte V da Ética de Espinosa suscita a interpretação do sujeito como espectador neutro (Macherey) ou sujeito vazio (Bove). A análise do termo “sujeito” mostra que Descartes empregava a palavra como substância, diferente da subjetividade kantiana; mas como explicar seu uso por Espinosa? A comparação desse axioma com o uso da “contrariedade” nas partes III e IV da Ética mostram em que sentido Espinosa emprega “sujeito”