Atividade antinociceptiva do óleo essencial de Echinodorus macrophyllus(Kunth.) Micheli (Alismataceae)

A Echinodorus macrophyllus (Kunth.) Mich., é uma planta de hábitos aquáticos, popularmente conhecido no Brasil como "chapéu de couro", sendo utilizada no tratamento do reumatismo e outras afecções, comodiurético e antissifilítico.O objetivo do presente trabalho foi avaliar o efeito antinoc...

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Bibliographic Details
Authors: Coelho, Marsen G. P., Velozo, Leosvaldo S. M., Fernandes, Daniele C., Alves, Rafael A., Siqueira, Helena A. A., Silva, Girlaine P., Santos, Shirley V. M., Gayer, Carlos R. M.
Format: article
Status:Published version
Publication Date:2013
Country:Brasil
Institution:Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ)
Repository:Repositório Institucional da FIOCRUZ (ARCA)
Language:Portuguese
OAI Identifier:oai:arca.fiocruz.br:icict/19208
Online Access:https://arca.fiocruz.br/handle/icict/19208
Access Level:Open access
Keyword:Echinodorus Macrophyllus
Óleo essencial
Hidrodestilação
Potencial Antinociceptivo
Essential Oil
Hydrodistillation
Antinociceptive Potential
Description
Summary:A Echinodorus macrophyllus (Kunth.) Mich., é uma planta de hábitos aquáticos, popularmente conhecido no Brasil como "chapéu de couro", sendo utilizada no tratamento do reumatismo e outras afecções, comodiurético e antissifilítico.O objetivo do presente trabalho foi avaliar o efeito antinociceptivo do óleo essencial de Echinodorus macrophyllus (OEEm), obtido através da hidrodestilação em aparelho de Clevenger modificado. A análise de seu perfil cromatográfico por cromatografia com fase gasosa acoplada à espectrometria de massas (CG-EM) possibilitou a identificação de 21 componentes, sendo três majoritários (dilapiol, 2-tridecanona e óxido de cariofileno). Para a avaliação da atividade antinociceptiva do OEEm foi empregado o modelo de hiperalgesia induzido por injeção intraperitoneal (i.p.) de ácido acético. Camundongos Swiss Webster (SW) machos, que foram tratados com OEEm, por via oral (v.o.) nas doses de 50 e 100 mg/kg apresentaram inibição significativa das contorçõesinduzidas por ácido acético de 65% e 59%, respectivamente, em relação ao grupo controle. Esta atividade possivelmente está relacionada à inibição de receptores específicos da nocicepção, promovendo assim, a analgesia.