Comportamento de híbridos de morangueiro (Fragarla spp) na região de Botucatu-SP
O presente trabalho procurou-se determinar híbridos de morangueiro (Fragaria spp) mais adaptados às condições ecológicas do município de Botucatu. Com este objetivo, realizaram-se ensaios de comportamento durante os anos de 1970, 1971 e 1972, na Estação Experimental Presidente Médici, localizada n...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 1976 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-20240301-154441 |
| Acceso en línea: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/11/11136/tde-20240301-154441/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | BOTUCATU-SP MORANGO HÍBRIDO |
| Sumario: | O presente trabalho procurou-se determinar híbridos de morangueiro (Fragaria spp) mais adaptados às condições ecológicas do município de Botucatu. Com este objetivo, realizaram-se ensaios de comportamento durante os anos de 1970, 1971 e 1972, na Estação Experimental Presidente Médici, localizada no município de Botucatu SP, a 22°5255 da latitude sul e 48°2622 de longitude ocidental, com altitude em torno de 830 metros. Os híbridos de morangueiro competidos neste trabalho foram: IAC-2529; IAC-3593; IAC-3975; IAC-4201; (IAC-3113 x IAC-3530); (IAC-3530 x IAC-3592); (IAC-3113 x IAC-2712 x I-2008)) e como testemunha utilizou-se o cultivar Campinas (IAC-2712) por ser o mais cultivado no Estado de São Paulo. Os experimentos obedeceram ao delineamento em blocos casualizados com quatro repetições e oito tratamentos. Cada parcela comportou doze plantas no espaçamento de 0,40 x 0,40 metros. Os híbridos foram comparados através de: produção precoce e total de frutas comerciáveis; peso médio das frutas comerciáveis; produção de frutas pequenas; período desde a emergência até a senescência da folha; período antogenético das frutas; formato das frutas; porcentagens de frutas danificadas por fungos; suscetibilidade ao fungo Mycosphaerella fragariae (Tull.) Lindau; análises químicas das frutas (pH, brix, acidez titulável, ácido ascórbico e açúcares redutores). A análise e a interpretação dos resultados permitiram entre outras as seguintes conclusões: a) Os híbridos comportaram-se diferentemente entre anos de cultivo, tanto em relação a produção precoce como em relação a produção total de frutas comerciáveis. b) Os híbridos variaram entre si quanto a sensibilidade ao abaixamento da temperatura para iniciar o florescimento. c) O híbrido IAC-4201 foi o mais produtivo dos híbridos estudados. |
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