Papel, penas e tinta: a memória escrita em Graciliano Ramos

Leitura da obra de Graciliano Ramos, sobretudo do romance Caetés, S. Bernardo e Angústia, privilegiando, nesta leitura, duas questões teóricas. A primeira delas diz respeito ao olhar que, na hora em estudo, volta-se para as sombras, as névoas, construindo, assim, uma relação com o medo, o temor, a a...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Sergio Antonio Silva
Tipo de documento: tese
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2006
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)
Repositório:Repositório Institucional da UFMG
Idioma:português
OAI Identifier:oai:repositorio.ufmg.br:1843/ALDR-6SQHRN
Acesso em linha:http://hdl.handle.net/1843/ALDR-6SQHRN
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:Memória
Graciliano Ramos
Ramos, Graciliano, 1892-1953 Caetés Crítica e interpretação
Ramos, Graciliano, 1892-1953 São Bernardo Crítica e interpretação
Ramos, Graciliano, 1892-1953 Angústia Crítica e interpretação
Angústia
Medo na literatura
Memória na literatura
Descrição
Resumo:Leitura da obra de Graciliano Ramos, sobretudo do romance Caetés, S. Bernardo e Angústia, privilegiando, nesta leitura, duas questões teóricas. A primeira delas diz respeito ao olhar que, na hora em estudo, volta-se para as sombras, as névoas, construindo, assim, uma relação com o medo, o temor, a angústia. A segunda delas trata da memória da escrita, conceito erigido a partir da própria representação do ato de escrever nos romances de Graciliano Ramos, especificamente, e em sua obra de uma maneira geral.