Formação hoje – uma hipótese analítica, alguns pontos cegos e seu vigor
O ensaio propõe uma interpretação crítica sobre o conceito de formação, central na obra de Antonio Candido. O conceito é analisado em suas conexões com a noção de nacionalidade; postula-se que, na trajetória do autor, haja dois momentos fortes de abordagem ao tema nacional, no primeiro dos quais, an...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2009 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Literatura e Sociedade (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/24968 |
| Acceso en línea: | https://revistas.usp.br/ls/article/view/24968 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Formation of Brazilian literature Antonio Candido Paulistan Modernism History of literature. Formação da literatura brasileira Modernismo paulista História da literatura. |
| Sumario: | O ensaio propõe uma interpretação crítica sobre o conceito de formação, central na obra de Antonio Candido. O conceito é analisado em suas conexões com a noção de nacionalidade; postula-se que, na trajetória do autor, haja dois momentos fortes de abordagem ao tema nacional, no primeiro dos quais, anterior a 64, a formação é vista como dependente da validação das teses modernistas, circunstância que impõe alguns pontos cegos ao conceito, aqui descritos, os quais, porém, não esvaziam toda a força da ideia formativa, que permanece válido para descrever processos culturais em certas periferias da civilização europeia. |
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