Competitividade e cooperação entre pequenas empresas de hospedagem : um estudo de hostels no Rio de Janeiro

O objetivo do trabalho foi mapear as relações de cooperação entre hostels, entendidos como empresas de hospedagem de pequeno porte, e as vantagens resultantes destas ações. A pesquisa realizou um levantamento de dados primários a partir de questionários estruturados junto a 22 gerentes e/ou propriet...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Costa, Helena Araújo, Franco, Amanda Fontes de Oliveira
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2018
País:Brasil
Institución:Universidade de Brasília (UnB)
Repositorio:Repositório Institucional da UnB
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.unb.br:10482/42807
Acceso en línea:https://repositorio.unb.br/handle/10482/42807
https://doi.org/10.26512/revistacenario.v6i10.18754
http://orcid.org/0000-0003-2988-3209
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Hospedagem
Cooperação
Competitividade
Rio de Janeiro (Estado)
Descripción
Sumario:O objetivo do trabalho foi mapear as relações de cooperação entre hostels, entendidos como empresas de hospedagem de pequeno porte, e as vantagens resultantes destas ações. A pesquisa realizou um levantamento de dados primários a partir de questionários estruturados junto a 22 gerentes e/ou proprietários de empreendimentos nos bairros de Copacabana e Ipanema, na cidade do Rio de Janeiro. A análise de dados, de caráter quantitativo, aplicou ferramental estatístico descritivo e medidas de associação. Os resultados indicaram que poucas ações de cooperação eram realizadas pelos empreendimentos. A principal ação identificada foi a indicação de outros hostels quando o do respondente estava sem vagas. As vantagens percebidas em cooperar foram pouco expressivas. Nenhuma associação entre porte, tempo de atuação, localização e tipo de gestão foi encontrada com as ações de cooperação realizadas e seus resultados. A principal dificuldade para cooperar identificada foi a falta de interesse por parte dos empreendimentos, revelando indícios de que existe um menor interesse em estabelecer ações conjuntas quando as empresas reconhecem uma situação conjuntural favorável para elas.