O livre-arbítrio e o mal em Santo Agostinho
Santo Agostinho (354-430), um dos grandes expoentes da filosofia cristã, está inserido em uma realidade na qual o Cristianismo acaba de se tornar a religião oficial do Império Romano e ainda não tem bases doutrinais sólidas. Tempo de heresias. Em algumas, Agostinho teve papel fundamental em seu comb...
| Authors: | , |
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| Format: | article |
| Publication Date: | 2010 |
| Country: | España |
| Institution: | Universitat Autònoma de Barcelona |
| Repository: | Dipòsit Digital de Documents de la UAB |
| Language: | Portuguese |
| OAI Identifier: | oai:ddd.uab.cat:107089 |
| Online Access: | https://ddd.uab.cat/record/107089 |
| Access Level: | Open access |
| Keyword: | Sumo Bem Livre-arbítrio Mal moral Pecado Supreme Good Free will Moral evil Sin |
| Summary: | Santo Agostinho (354-430), um dos grandes expoentes da filosofia cristã, está inserido em uma realidade na qual o Cristianismo acaba de se tornar a religião oficial do Império Romano e ainda não tem bases doutrinais sólidas. Tempo de heresias. Em algumas, Agostinho teve papel fundamental em seu combate, como no maniqueísmo e no pelagianismo. Contra o maniqueísmo, que afirmava que o Bem (espírito) e o Mal (matéria) eram forças coeternas, opostas e em luta, Agostinho resolveu o problema do mal, desvinculando-o totalmente de Deus, (o Sumo Bem criador de tudo) e constatando que a culpa da presença do mal no mundo deve-se ao mau uso que fazemos de nosso livrearbítrio, causando, assim, o mal moral ou pecado. O mal físico seria, portanto, apenas um desdobramento do pecado. |
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