A falácia da hospitalidade: quem cuida do anfitrião em megaeventos esportivos?

Os megaeventos esportivos criam fluxos com diferentes objetivos, perfis, pertencentes a diversos segmentos de Turismo. No Brasil, eventos como a Copa do Mundo em 2014 e a Rio 2016 permitem levantar a problemática: Por que a comunidade local brasileira, considerada hospitaleira em seu cotidiano, não...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Wada, Elizabeth Kyoko, Amikura, Liliane, Vilkas, Adiler
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2018
País:España
Institución:Universidad de La Laguna (ULL)
Repositorio:RIULL. Repositorio Institucional de la Universidad de La Laguna
OAI Identifier:oai:riull.ull.es:915/16445
Acceso en línea:http://riull.ull.es/xmlui/handle/915/16445
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Megaeventos
hospitalidade
hostilidade
stakeholders,
omotenashi
Descripción
Sumario:Os megaeventos esportivos criam fluxos com diferentes objetivos, perfis, pertencentes a diversos segmentos de Turismo. No Brasil, eventos como a Copa do Mundo em 2014 e a Rio 2016 permitem levantar a problemática: Por que a comunidade local brasileira, considerada hospitaleira em seu cotidiano, não conseg‑ ue transpor essa característica para sua atuação profissional na recepção de visitantes nacionais e estrangei‑ ros? As proposições foram: (P1) Apesar de representar um stakeholder primário, a comunidade local carece de legitimidade, urgência e poder em sua inserção nas decisões de ações de Turismo em megaeventos; (P2) A população local não se sente inserida no megaevento, ou seja, não se estabelece uma relação de hospitalidade entre os entes organizadores e a comunidade local; (P3) O Japão, ao resgatar o conceito de omotenashi para a escolha como sede para as Olimpíadas 2020, trouxe a comunidade local como principal atrativo para os visi‑ tantes.Objetivou-se compreender as relações de hospitalidade e hostilidade da comunidade local e visitantes durante as Olimpíadas 2016. Realizou-se a coleta de dados em artigos de periódicos publicados entre 2010 e 2016; categorização para sistematização de notícias durante o período de realização das Olimpíadas 2016 e discussão de resultados.