Feminicídios no Brasil

Este texto apresenta os resultados de pesquisa sobre feminicídios no Brasil, na perspectiva da necropolítica de gênero. Estudo misto compreendeu três recortes ecológicos sobre mortes femininas por agressão, a partir de dados de mortalidade do Sistema de Informação de Mortalidade do DATASUS/Ministéri...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Meneghel, Stela Nazareth|||0000-0002-7219-7178, Polidoro, Maurício|||0000-0002-7278-0718, Barnart, Fabiano|||0009-0001-9907-9657
Tipo de recurso: artículo
Fecha de publicación:2026
País:España
Institución:Universitat Autònoma de Barcelona
Repositorio:Dipòsit Digital de Documents de la UAB
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ddd.uab.cat:325677
Acceso en línea:https://ddd.uab.cat/record/325677
https://dx.doi.org/urn:doi:10.5565/rev/athenea.3741
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Femicídios
Feminicídios
Violência de gênero
Necropolítica
Femicides
Feminicides
Gender violence
Necropolitics
Femicidios
Feminicidios
Violencia de género
Descripción
Sumario:Este texto apresenta os resultados de pesquisa sobre feminicídios no Brasil, na perspectiva da necropolítica de gênero. Estudo misto compreendeu três recortes ecológicos sobre mortes femininas por agressão, a partir de dados de mortalidade do Sistema de Informação de Mortalidade do DATASUS/Ministério da Saúde. Os recortes geográficos foram: (1) as 23 Unidades da Federação brasileiras (2003-2007); (2) as capitais estaduais e os municípios com população superior a 400 mil habitantes (2007-2013) e (3) os 122 municípios brasileiros localizados na faixa de fronteira (2000-2015). A abordagem qualitativa pautou-se na análise de inquéritos policiais de homicídios de mulheres, mulheres transexuais e travestis ocorridos em uma capital brasileira (2006-2010). Neste texto apresentam-se dados sobre feminicídios em diferentes contextos brasileiros, que vitimam mulheres e corpos feminizados. Essas mortes configuram expressões da necropolítica de gênero e incluem feminicídios associados a contextos de elevada violência estrutural, feminicídios de trabalhadoras sexuais, transfeminicídios e femigenocídios de mulheres indígenas.