Colonialidade, Estética e Partilha do Sensível

Objetivamos, sob a ótica do pensamento decolonial, problematizar a colonialidade a partir das contribuições do pensamento de Jacques Rancière orientados pelos conceitos de estética, partilha do sensível e arkhé. A partir do referencial decolonial, o pensamento de Jacques Rancière avança no debate so...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Tonial, Felipe Augusto Leques, Maheirie, Kátia|||0000-0001-5226-0734, Costa, Claudia Junqueira De Lima
Tipo de recurso: artículo
Fecha de publicación:2020
País:España
Institución:Universitat Autònoma de Barcelona
Repositorio:Dipòsit Digital de Documents de la UAB
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ddd.uab.cat:233357
Acceso en línea:https://ddd.uab.cat/record/233357
https://dx.doi.org/urn:doi:10.5565/rev/athenea.2492
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Colonialidade
Colonização
Descolonização
Estética
Partilha do sensível
Coloniality
Colonization
Decolonization
Aesthetics
Distribution of the sensible
Descripción
Sumario:Objetivamos, sob a ótica do pensamento decolonial, problematizar a colonialidade a partir das contribuições do pensamento de Jacques Rancière orientados pelos conceitos de estética, partilha do sensível e arkhé. A partir do referencial decolonial, o pensamento de Jacques Rancière avança no debate sobre a colonialidade quando traz o conceito de estética como uma configuração do sensível. A ideia de partilha do sensível pode nos indicar as maneiras de separar e compartilhar a um só tempo, lugares sociais e identidades, trazendo suas divisões, culminando em percepções que coadunam e/ou percepções que rompem com o estabelecido. O conceito de arkhé nos fornece a inteligibilidade dos processos de colonização e a pensabilidade que se coloca na base da naturalização das hierarquias. Assim, faz-se necessário compreender não apenas a distribuição de lugares, mas, por ser um regime de sensibilidade, compreender também os mecanismos de subjetivação inerentes ao processo de decolonização.