Vulnerabilidades mapeadas, violências localizadas

O presente artigo discute as formas de violência, seus modos de atuação, naturalização e invisibilidade, às quais as pessoas travestis e transexuais são submetidas em Santa Catarina, Brasil. A partir da aplicação de questionários a 100 pessoas trans, foi possível elaborar um perfil psicossocial dest...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Camillo Bonassi, Bruna, dos Santos Amaral, Marília, Filgueiras Toneli, Maria Juracy|||0000-0002-9311-5020, Amaral de Queiroz, Mariana
Tipo de recurso: artículo
Fecha de publicación:2015
País:España
Institución:Universitat Autònoma de Barcelona
Repositorio:Dipòsit Digital de Documents de la UAB
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ddd.uab.cat:145225
Acceso en línea:https://ddd.uab.cat/record/145225
https://dx.doi.org/urn:doi:10.5565/rev/qpsicologia.1283
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Vulnerabilities
Violences
Tranvestites and transgender
Public policies
Vulnerabilidades
Violências
Travestis e transexuais
Políticas públicas
Descripción
Sumario:O presente artigo discute as formas de violência, seus modos de atuação, naturalização e invisibilidade, às quais as pessoas travestis e transexuais são submetidas em Santa Catarina, Brasil. A partir da aplicação de questionários a 100 pessoas trans, foi possível elaborar um perfil psicossocial desta população e identificar as violências específicas pelas quais passa, além de seus principais agentes. Os tipos mais frequentes são a discriminação, as violências psicológica, física e institucional, sendo indicados também os serviços de segurança pública, educação, saúde e assistência social como autores. Despossuídas de direitos e marginalizadas dos serviços públicos, essas pessoas, em suas maioria, trabalham como profissionais do sexo e foram expulsas de casa e da escola quando começaram a tornar mais visível seu gênero. Buscamos problematizar os modos como as violências incidem sobre corpos desviantes da cisheteronorma, incluindo aqui como as políticas públicas têm reconhecido (ou não) os direitos dessas pessoas.