Negociações de identidade e territorialidade na Amazônia ocidental brasileira.
A implantação de projetos governamentais de assentamento agrícola na década de 1970 desencadeou um intenso fluxo migratório em direção à Amazônia brasileira, mais especificamente em direção à Rondônia. Imigrar implica em ser e não ser completamente, desenraizar e buscar um novo enraizamento, constru...
| Autor: | |
|---|---|
| Tipo de recurso: | artículo |
| Fecha de publicación: | 2014 |
| País: | España |
| Institución: | Universidad de Murcia |
| Repositorio: | DIGITUM. Depósito Digital Institucional de la Universidad de Murcia |
| OAI Identifier: | oai:digitum.um.es:10201/41089 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/10201/41089 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Colonias rurales Emigración e inmigración 94 - Historia por países |
| Sumario: | A implantação de projetos governamentais de assentamento agrícola na década de 1970 desencadeou um intenso fluxo migratório em direção à Amazônia brasileira, mais especificamente em direção à Rondônia. Imigrar implica em ser e não ser completamente, desenraizar e buscar um novo enraizamento, construir uma nova territorialidade. Em Rondônia o vazio de referenciais gerado pelo processo migratório, levou a uma busca pela construção de uma nova territorialidade, tendo como base os referencias dos lugares vividos e tentativa de transformação do espaço físico, em um lugar semelhante ao que havia deixado. Verificou-se também que durante o processo ocorreu uma negociação de identidade entre os nativos e aqueles que imigraram, através da construção de identificações coletivas que funcionou como amalgama dando o inicio à novas possibilidades entre a população que em 40 anos saltou de 111.000 habitantes para mais de 1.2000.000. |
|---|