Aby Warburg e a imagen em movimiento de Philippe-Alain Michaud
Livro publicado pelo Museu de Arte do Rio, dentro da nova coleção arte físsil que pretende investigar a arte contemporânea como parte de outros campos do pensamento. O livro está dividido em seis capítulos e quatro anexos que incluem recordações e projetos de viagem e, ainda, dois apartados dedicado...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2016 |
| País: | Ecuador |
| Institución: | Facultad Latinoamericana de Ciencias Sociales |
| Repositorio: | Repositorio Facultad Latinoamericana de Ciencias Sociales |
| Idioma: | prt |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.flacsoandes.edu.ec:10469/10472 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/10469/10472 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | COLEÇÃO ARTE CONTEMPORÂNEA PESQUISA INTEGRAÇÃO ICONOLOGÍA INTERPRETAÇÃO FÍLMICA |
| Sumario: | Livro publicado pelo Museu de Arte do Rio, dentro da nova coleção arte físsil que pretende investigar a arte contemporânea como parte de outros campos do pensamento. O livro está dividido em seis capítulos e quatro anexos que incluem recordações e projetos de viagem e, ainda, dois apartados dedicados ao projeto Mnemosyne. No prólogo Didi Huberman apresenta a inovação do autor ao mostrar Aby Warburg pensando uma iconologia da “montagem” na qual a relação das imagens entre si são mais importantes que elas em si. Dando início a uma interpretação fílmica – filme não enquanto “o dispositivo técnico convencional de gravação e projeção, mas um conjunto de propriedades ou operações das quais o cinema constitui tão somente a aplicação material e a configuração espetacular”. Desse modo propõe pensar a história da arte na era de sua reprodutibilidade em movimento: “Há no excesso, não menos que no acesso, algo da ordem do perigo, algo da ordem do sintoma”. A desconstrução da história da arte tradicional, agora vista como interpretação. |
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