Farmácia viva e práticas integrativas: Avaliação da efetividade de plantas medicinais no Sistema Único de Saúde (SUS).
Este estudo tem como objetivo avaliar a efetividade das plantas medicinais no contexto das Farmácias Vivas, inseridas nas Práticas Integrativas e Complementares (PICS) do Sistema Único de Saúde (SUS). A Farmácia Viva é uma política pública brasileira que visa integrar o uso de plantas medicinais ao...
| Autor: | |
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| Formato: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2024 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFCG |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:dspace.sti.ufcg.edu.br:riufcg/43445 |
| Acesso em linha: | https://dspace.sti.ufcg.edu.br/handle/riufcg/43445 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Plantas Medicinais Farmácia Viva SUS Fitoterapia Práticas Integrativas Medicinal Plants Living Pharmac Phytotherapy Integrative Practices Farmacologia. |
| Resumo: | Este estudo tem como objetivo avaliar a efetividade das plantas medicinais no contexto das Farmácias Vivas, inseridas nas Práticas Integrativas e Complementares (PICS) do Sistema Único de Saúde (SUS). A Farmácia Viva é uma política pública brasileira que visa integrar o uso de plantas medicinais ao SUS, proporcionando tratamentos fitoterápicos acessíveis, baseados em conhecimento tradicional e científico. A metodologia utilizada foi uma revisão integrativa de literatura, abrangendo artigos publicados entre 2017 e 2024, que analisaram a eficácia terapêutica, custo-benefício, segurança e aceitação das plantas medicinais no SUS. A pesquisa foi realizada em bases de dados como CAPES, LILACS e ColecionaSUS, utilizando os descritores <práticas integrativas=, <farmácia viva= e <Sistema Único de Saúde=. Entre os principais resultados, constatou-se que as Farmácias Vivas representam uma alternativa terapêutica eficaz e economicamente viável, especialmente em regiões com acesso limitado a medicamentos alopáticos. No entanto, desafios como a falta de padronização nos processos e a necessidade de maior capacitação profissional foram evidenciados. A aceitação do uso de fitoterápicos é elevada entre a população, o que reforça a importância de políticas públicas que incentivem a produção local de plantas medicinais. Conclui-se que, para fortalecer e expandir a Farmácia Viva no Brasil, é necessário um investimento contínuo em capacitação, pesquisa e regulamentação, além de fomentar a integração entre conhecimento científico e popular. |
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