Sobre um tempo de incertezas: o processo da abolição e os significados da liberdade em Minas Gerais (1880-1888)
Este trabalho tem por objetivo analisar o processo de abolição da escravidão, enfocando a participação de diversos setores que negociaram ideias e vivenciaram relações - a partir de embates, expectativas, leituras de mundo e significados da liberdade - em um momento que diferentes projetos estavam s...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2015 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-31072015-163845 |
| Acceso en línea: | http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8138/tde-31072015-163845/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Abolicionismo Abolition process Abolitionism Escravidão Freedom Liberdade Minas Gerais Processo de abolição Slavery |
| Sumario: | Este trabalho tem por objetivo analisar o processo de abolição da escravidão, enfocando a participação de diversos setores que negociaram ideias e vivenciaram relações - a partir de embates, expectativas, leituras de mundo e significados da liberdade - em um momento que diferentes projetos estavam sendo apresentados na arena social. Levando em consideração a diversidade regional, a pesquisa procura inserir o caso do Sul de Minas Gerais no debate historiográfico atual sobre a abolição e o abolicionismo no Império brasileiro (1880-1888). No que tange aos múltiplos projetos, ações e discursos propostos naquele período, abordamos o perfil e as perspectivas de indivíduos e grupos - escravos, libertos, livres, senhores e abolicionistas - que, através dos documentos, deixaram evidenciar seus posicionamentos diante da crise do sistema escravista. Assim, procuramos acessar as formas de resistência elaboradas e experimentadas pelos escravos na busca pela liberdade; os desafios das políticas de Estado para a manutenção da ordem e do controle sobre os conflitos sociais; as estratégias das elites para a preservação de certos privilégios, bem como sua tentativa de conduzir o processo de transformação das relações de força e de trabalho; e as mais variadas formas e atuações abolicionistas que deram o tom naquele cenário, carregadas de interesses, arranjos políticos e jogadas de poder. Para isso, as principais fontes elencadas foram a documentação da Polícia e da Justiça, os jornais e os relatos memorialísticos. |
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