Estimulação magnética transcraniana repetitiva no transtorno disfórico pré-menstrual
Introdução: O transtorno disfórico pré-menstrual (TDPM) afeta 1,6% das mulheres, mas seus tratamentos têm eficácia limitada devido a efeitos adversos, baixa adesão ou inacessibilidade. Este estudo avaliou a eficácia, aceitabilidade e tolerabilidade da estimulação magnética transcraniana repetitiva (...
| Autor: | |
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| Formato: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2024 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFPE |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufpe.br:123456789/64635 |
| Acesso em linha: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/64635 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Transtorno Disfórico Pré-Menstrual Estimulação Magnética Transcraniana Repetitiva Ensaio Clínico Randomizado |
| Resumo: | Introdução: O transtorno disfórico pré-menstrual (TDPM) afeta 1,6% das mulheres, mas seus tratamentos têm eficácia limitada devido a efeitos adversos, baixa adesão ou inacessibilidade. Este estudo avaliou a eficácia, aceitabilidade e tolerabilidade da estimulação magnética transcraniana repetitiva (EMTr) de alta frequência no TDPM. Métodos: Ensaio clínico duplo-cego e controlado com 40 mulheres, randomizadas para EMTr ativa (n = 21) ou sham (n = 19). Foram realizadas cinco sessões de EMTr a 10Hz no córtex pré-frontal dorsolateral esquerdo, durante a fase lútea tardia, em dois ciclos menstruais consecutivos. As participantes foram avaliadas com PSST, DRSP, HAM-D, HAM-A e EBES. Resultados: A idade média foi de 35,6 (± 5,4) anos no grupo EMTr ativa e 33,8 (± 6,1) no grupo sham. As taxas de resposta não diferiram entre os grupos (p = 0,56). Houve redução significativa dos sintomas ansiosos no grupo ativo no 1o ciclo menstrual (diferença média: –2,1 na HAM-A; p = 0,027), mas não no 2o ciclo (p = 0,13). Não houve diferença significativa nos sintomas depressivos (p > 0,05). Afetos positivos aumentaram em ambos os grupos e ciclos, sem diferença entre eles (p = 0,89). A intervenção foi bem tolerada, com taxas de desistência de 19% (EMTr ativa) e 26% (sham). Conclusão: A EMTr mostrou-se segura e potencialmente útil na redução de sintomas ansiosos no TDPM, especialmente no primeiro ciclo de aplicação. Novos estudos são necessários para confirmar sua eficácia e definir os parâmetros ideais de estimulação. |
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