“El infierno de los yerbales”: encomienda e trabalho indígena no Paraguai colonial (1600-1632)
Esta dissertação tem como objeto de estudo o trabalho indígena nos ervais de Mbaracayú, no Paraguai colonial, entre os anos de 1600 e 1632. O recorte temporal abrange desde o momento de grande expansão da produção, comércio e consumo da erva-mate na região platina, nos anos de transição entre os séc...
| Autor: | |
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| Formato: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2022 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UNIFESP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.unifesp.br:11600/64039 |
| Acesso em linha: | https://hdl.handle.net/11600/64039 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Encomienda Trabalho indígena Paraguai colonial Mbaracayú Erva-mate |
| Resumo: | Esta dissertação tem como objeto de estudo o trabalho indígena nos ervais de Mbaracayú, no Paraguai colonial, entre os anos de 1600 e 1632. O recorte temporal abrange desde o momento de grande expansão da produção, comércio e consumo da erva-mate na região platina, nos anos de transição entre os séculos XVI e XVII, até o ataque sistemático das reduções jesuíticas do Guairá entre 1628 e 1632 pelos bandeirantes da vila de São Paulo. Do porto de Mbaracayú, a erva-mate era transportada em balsas e carretas rumo a Assunção e dali para outros destinos. Além do transporte, os trabalhadores indígenas eram responsáveis por praticamente todas as etapas de produção da erva-mate. O início se dava com a extração da planta na serra de Mbaracayú, que ficava ao norte do porto. O processo produtivo como um todo, de acordo com as fontes, exigia dos indígenas uma carga excessiva de trabalho. Dessa forma, o principal objetivo desta pesquisa foi analisar a maneira como funcionou o sistema de encomiendas no Paraguai colonial e entender como agiu sobre a realidade dos indígenas no contexto de produção da erva-mate na região de Mbaracayú. Longe de considerar os trabalhadores indígenas apenas como mão de obra, nosso segundo objetivo foi compreender como os grupos indígenas, agentes ativos de sua história, interagiram, reagiram e negociaram nesse circuito colonial de exploração. |
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