Análise multitemporal das mudanças no uso e ocupação do Parque Estadual do Itacolomi (MG) através de técnicas de geoprocessamento.

Nos últimos quarenta anos, o Parque Estadual do Itacolomi (PEI), localizado na região de Ouro Preto, Minas Gerais, esteve sujeito a várias mudanças em seus padrões de uso e ocupação do solo. Essas mudanças foram registradas e quantificadas através de sensoriamento remoto e técnicas de geoprocessamen...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Fujaco, Maria Augusta Gonçalves, Leite, Mariangela Garcia Praça, Messias, Maria Cristina Teixeira Braga
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2010
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP)
Repositorio:Repositório Institucional da UFOP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.ufop.br:123456789/4076
Acceso en línea:http://www.repositorio.ufop.br/handle/123456789/4076
http://dx.doi.org/10.1590/S0370-44672010000400016
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Geoprocessamento
Geographic information system
Multitemporal analysis
Parque Itacolomi
Descripción
Sumario:Nos últimos quarenta anos, o Parque Estadual do Itacolomi (PEI), localizado na região de Ouro Preto, Minas Gerais, esteve sujeito a várias mudanças em seus padrões de uso e ocupação do solo. Essas mudanças foram registradas e quantificadas através de sensoriamento remoto e técnicas de geoprocessamento, com as quais se efetuou o mapeamento das transformações no uso e na ocupação da área durante essas quatro décadas. A fi m de se avaliarem as mudanças no uso e ocupação, foram definidas as seguintes classes vegetacionais: Floresta Estacional Semidecidual, Campos Rupestres e Áreas Antropogênicas. Primeiramente, foram comparados os mapeamentos de uso da terra de 1966 e 1974, definidos como primeiro período de análise, depois, 1974 e 1986, considerados segundo período de análise; e, por último, o terceiro período de análise: 1986 e 2000. As mudanças que ocorreram no PEI foram predominantemente de origem antrópica, com uma maior intensidade nos anos setenta. Como resultado do abandono dessas atividades e, também, devido a um maior monitoramento e controle das ações antrópicas efetuadas no PEI nas décadas seguintes, as áreas abandonadas foram pouco a pouco sendo ocupadas por plantas pioneiras como as candeias, recuperando a região.