[pt] CÁLCULO DE SEQÜENTES DE SUCEDENTE MÚLTIPLO PARA LÓGICA INTUICIONISTA DE PRIMEIRA ORDEM

[pt] A primeira apresentação de um Cálculo de Seqüentes foi feita por Gerhard Gentzen na década de 1930. Neste tipo de sistema, a diferença entre as versões clássica e intuicionista radicardinalidade do sucedente. O sucedente múltiplo foi tradicionalmente considerado como o elemento que representava...

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Detalhes bibliográficos
Autor: MARIA FERNANDA PALLARES COLOMAR
Formato: tesis doctoral
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2008
País:Brasil
Recursos:Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RIO)
Repositorio:Repositório Institucional da PUC-RIO (Projeto Maxwell)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:MAXWELL.puc-rio.br:11144
Acesso em linha:https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=11144&idi=1
https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=11144&idi=2
http://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.11144
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:[pt] TEORIA DA PROVA
[pt] SUCEDENTE MULTIPLO
[pt] CALCULO DE SEQUENCIAS
[pt] GENTZEN
[en] PROOF THEORY
[en] MULTIPLE SUCCEDENT
[en] SEQUENT CALCULUS
[en] GENTZEN
Descrição
Resumo:[pt] A primeira apresentação de um Cálculo de Seqüentes foi feita por Gerhard Gentzen na década de 1930. Neste tipo de sistema, a diferença entre as versões clássica e intuicionista radicardinalidade do sucedente. O sucedente múltiplo foi tradicionalmente considerado como o elemento que representava o aspecto clássico do sistema, enquanto os seqüentes intuicionistas podiam ter, no máximo, uma fórmula no sucedente. Nas décadas seguintes foram formulados diversos cálculos intuicionistas de sucedente múltiplo que atenuaram essa restrição forte na cardinalidade do sucedente. Na década de 1990, estudou-se a relação de conexão ou dependência entre as fórmulas visando assegurar o caráter intuicionista dos sistemas. Nós realizamos uma revisão dos sistemas de se seqüentes intuicionistas e algumas das suas aplicações. Apresentamos a versão do sistema FIL (feita para o caso proposicional por De Paiva e Pereira) para a lógica intuicionista de primeira ordem provando que o mesmo é correto, completo e satisfaz eliminação de corte.