| Sumario: | Em Didelphis marsupialis e D. albiventris procedentes dos Estados do Pará, Rio de Janeiro e de São Paulo, mantidas em cativeiro, com gaiolas teladas, na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Observou-se a presença de um hematozoário Babesiidae. O parasita, encontrado em esfregaços sanguíneos impressão de órgãos, os corados pelo método de Giemsa, foi estudado morfologica e biologicamente. A transmissão experimental foi conseguida somente entre indivíduos do mesmo gênero e exacerbada sua virulência através do "stress" dos hospedeiros, com dexametas ona ou pela esplenectomia. Foram verificados os índices de parasitemia e sua presença intrapsiados: concluiu-se tratar de uma nova espécie d e Piroplaseritrocítica em diversos órgãos internos dos animais necromorisa: Babesiidae, incluída no grupo das grandes babesias, patogênica somente para D. marsupialis e D. albiventris, para a qual foi proposto o nome Babesia ernestoi, em memória de Ernesto Pará-Assú da Serra Freire.
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