The influence of HIV-1 subtypes C, CRF31_BC and B on disease progression and initial virologic response to haart in a southern Brazilian cohort
Introdução: Embora a maioria das infecções de HIV-1 no Brasil seja devido ao subtipo B, o Sul do Brasil apresenta uma alta prevalência do subtipo C e formas recombinantes, como CRF31_BC. Este estudo avaliou o impacto da diversidade viral na evolução clínica em uma coorte de pacientes HIV-positivos r...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2014 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFRGS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/116911 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/10183/116911 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Infecções por HIV Carga viral Linfócitos T CD4-Positivos Contagem de linfócito CD4 Terapia antirretroviral de alta atividade HIV infections CD4-positive T-lymphocytes Viral load Highly active antiretroviral therapy |
| Sumario: | Introdução: Embora a maioria das infecções de HIV-1 no Brasil seja devido ao subtipo B, o Sul do Brasil apresenta uma alta prevalência do subtipo C e formas recombinantes, como CRF31_BC. Este estudo avaliou o impacto da diversidade viral na evolução clínica em uma coorte de pacientes HIV-positivos recém diagnosticados. Métodos: De julho/2004 a dezembro/2005, 135 pacientes anti-HIV reagentes foram recrutados. A região pol parcial foi subtipada por filogenia. Um modelo de equação de estimativa generalizada (GEE) foi utilizado para examinar a relação entre subtipo viral, contagem de células CD4 e níveis de carga viral pré-terapia antirretroviral. Hazard ratio (regressão de Cox) foi utilizada para avaliar os fatores associados à supressão viral (carga viral < 50 cópias/mL em seis meses). Resultados: Os principais subtipos de HIV-1 incluíram B (29,4%), C (28,2%) e CRF31_BC (23,5%). Os subtipos B e C apresentaram uma tendência semelhante no declínio de células CD4. Quando comparados os subtipos não B (C e CRF31_BC) e B, não houve diferença significativa na proporção de pacientes com supressão viral aos seis meses (24 semanas). CD4 mais alto e carga viral mais baixa demonstraram associação independente com supressão viral. Conclusão: Não houve diferença significativa entre os subtipos; entretanto, viremia mais baixa e CD4 mais alto pré-terapia mostraram associação com melhor resposta. |
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