The NAIRU, unemployment and the rate of inflation in Brazil
Neste artigo estimamos a Non-Accelerating Inflation Rate of Unemployment (Nairu) do Brasil e investigamos diversas questões empíricas: o comportamento da Nairu ao longo do tempo, intervalos de confiança para a Nairu e sua utilidade na condução da política monetária no Brasil. Há diversos estudos rec...
| Autor: | |
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| Tipo de documento: | artigo |
| Estado: | Versão publicada |
| Data de publicação: | 2000 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) |
| Repositório: | Repositório Institucional da IPEA (RCIpea) |
| Idioma: | português |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ipea.gov.br:11058/2363 |
| Acesso em linha: | http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/2363 |
| Access Level: | Acceso aberto |
| Palavra-chave: | Non-Accelerating Inflation Rate of Unemployment (Nairu) Taxa de desemprego Taxa de inflação |
| Resumo: | Neste artigo estimamos a Non-Accelerating Inflation Rate of Unemployment (Nairu) do Brasil e investigamos diversas questões empíricas: o comportamento da Nairu ao longo do tempo, intervalos de confiança para a Nairu e sua utilidade na condução da política monetária no Brasil. Há diversos estudos recentes sobre a Nairu - Staiger, Stock e Watson (1997), Blanchard e Katz (1997) e Portugal, Madalozzo e Hillbrecht (1999). Este artigo inova em relação aos demais ao adotar procedimentos econométricos que, na nossa opinião, são mais adequados para lidar com a instabilidade vivida pela economia brasileira em período recente. Estimamos dois modelos em espaço-deestados diferentes: um com resíduos ARCH e outro com mudança de regime markoviana. O artigo apresenta novas evidências empíricas que permitem responder a diversas indagações teóricas. Ele mostra que a Nairu tem crescido desde 1995 e conclui que existe uma correlação significativa e com sinal correto entre desvios da taxa de desemprego em relação à Nairu e à taxa de inflação. Conclui-se também que as estimativas da Nairu são muito pouco úteis na condução da política monetária já que os seus intervalos de confiança são demasiadamente amplos. |
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