Doce ou atroz, manso ou feroz: os currículos realizados/inventados na relação com a(s) diferença(s) no cotidiano escolar
A partir da compreensão do efêmero, das incertezas e da complexidade é que construí a presente dissertação. É fruto de minhas indagações perante a escola e à(s) diferença(s) dos(as) educandos(as). Pretendi, então, mergulhar no cotidiano escolar (re)visitando as práticas pedagógicas materializadas no...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2011 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFJF |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:hermes.cpd.ufjf.br:ufjf/2649 |
| Acceso en línea: | https://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/2649 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::EDUCACAO Cotidiano Currículo Diferença Everyday life Curriculum Difference |
| Sumario: | A partir da compreensão do efêmero, das incertezas e da complexidade é que construí a presente dissertação. É fruto de minhas indagações perante a escola e à(s) diferença(s) dos(as) educandos(as). Pretendi, então, mergulhar no cotidiano escolar (re)visitando as práticas pedagógicas materializadas nos currículos realizados/inventados problematizando as diversas formas de serestarparecer dos sujeitos. A pesquisa com o cotidiano de base epistemológica da complexidade muito me ajudou a compreender as ondulações, as intempéries, as calmarias vividas/sentidas... O período Atual me permite tal compreensão na medida em que navega sobre o caos/ordem, certezas/incertezas rumo a um processo de diálogo com as diversas culturas. ―Navegar é preciso‖, diz Fernando Pessoa. Tal viagem não se fez sozinha e desacompanhada, pelo contrário, muitos foram os sujeitos e os diálogos que transitaram durante as observações nas salas de aula e dos encontros que realizei com as professoras. Tive como locus os espaçostempos da Escola Estadual São Vicente de Paulo (Juiz de Fora/MG) que mostrou o quão dinâmico e complexo é o seu processo de enfrentamento de situações com seus educandos(as). Assim, as palavras das professoras dos 5º anos do Ensino Fundamental foram peças essenciais de todo esse mergulho, na medida em que houve construções e desconstruções de pensamentos e práticas com as individualidadescoletividades que constituem os seus educandos(as) – sujeitos encarnados e praticantes. No diálogo com as professoras pudemos observar como os sujeitos se constroem/desconstroem com grande mobilidade; como os sujeitos são anulados/exaltados; como os sujeitos são estereotipados; enfim, como a(s) diferença(s) constituem os sujeitos. Para além de estabelecer um pensamento determinista, visualizamos que quando um currículo é ―carrancudo‖, a(s) identidade(s) são consideradas fixas e a(s) diferença(s) são negadas. Em contrapartida, quando um currículo é realizado/inventado, a(s) identidade(s) são consideradas móveis e a(s) diferença(s) são vividas. Portanto, essa pesquisa fez com que eu fosse caçacaçador de mim mesmo e das práticas pedagógicas com a(s) diferença(s). |
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