Pesquisa em psicoterapia psicanalítica de adultos : uma revisão sistemática de ensaios clínicos

O objetivo deste estudo é reunir os ensaios clínicos que envolveram alguma modalidade de Psicoterapia Psicanalítica publicados no período compreendido entre julho de 2008 e julho de 2013. Pretendemos identificar quais as modalidades contempladas, qual a população mais estudada, quais os fatores de i...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Laskoski, Pricilla Braga, Severo, Charlie Trelles, Padoan, Carolina Stopinski, Machado, Diogo de Bitencourt, Rocha, Neusa Sica da, Ceresér, Keila Maria Mendes, Serralta, Fernanda Barcellos, Eizirik, Claudio Laks
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2016
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositorio:Repositório Institucional da UFRGS
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.lume.ufrgs.br:10183/201021
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/10183/201021
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Terapia psicanalitica
Psicoterapia
Ensaios clínicos como assunto
Revisão sistemática
Psychotherapy Clinical Trial
Psychoanalytic Therapy
Adult
Descripción
Sumario:O objetivo deste estudo é reunir os ensaios clínicos que envolveram alguma modalidade de Psicoterapia Psicanalítica publicados no período compreendido entre julho de 2008 e julho de 2013. Pretendemos identificar quais as modalidades contempladas, qual a população mais estudada, quais os fatores de interesse mais estudados, que localidades apresentam maior produção e quais os principais resultados encontrados. A revisão foi realizada em julho de 2013, através das bases de dados PsycINFO, Embase e Pubmed. Foram selecionados 27 estudos. O número de ECRs em PP encontrado nesta revisão pode ser considerado pequeno, o que possivelmente reflete uma preferência por outros delineamentos de pesquisa na avaliação dos resultados das técnicas psicanalíticas. A pesquisa em PP parece ser veiculada predominantemente através de periódicos acessados muitas vezes apenas por outros pesquisadores. Porém, o difícil acesso pode não ser a única razão por trás da reconhecida dissociação entre academia e prática clínica: a linguagem utilizada nos artigos encontrados nesta revisão pressupõe amplo conhecimento de termos de uso restrito de pesquisadores. Acreditamos que esta revisão pode ser útil para uma geração de terapeutas e pesquisadores que desejam trabalhar em sincronia com o avanço do conhecimento científico.