Charles Sanders Peirce: ciência enquanto semiótica

O diagrama do signo, quando aplicado no entendimento da ciência, dá lugar a uma correlação original entre abdução, dedução e indução. A união da abdução e da dedução consiste numa Forma geral de possibilidade lógica. Enquanto que a indução estabelece, no decorrer da experiência, a razão de freqüênci...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Silveira, Lauro Frederico Barbosa da [UNESP]
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:1989
País:Brasil
Institución:Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Repositorio:Repositório Institucional da UNESP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.unesp.br:11449/10669
Acceso en línea:http://dx.doi.org/10.1590/S0101-31731989000100006
http://hdl.handle.net/11449/10669
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Ciência
semiótica
signo
abdução
dedução
indução
pensamento
instinto
razão
natureza
Forma
índice
símbolo
ícone
diagrama
argumento
freqüência estatística
acaso
retrodução
Science
semiotics
sign
abduction
instinct retroduction
deduction
induction
thought
instinct
reason
Nature
Form
index
symbol
icon
diagram
argument
statiscal frequence
chance
Descripción
Sumario:O diagrama do signo, quando aplicado no entendimento da ciência, dá lugar a uma correlação original entre abdução, dedução e indução. A união da abdução e da dedução consiste numa Forma geral de possibilidade lógica. Enquanto que a indução estabelece, no decorrer da experiência, a razão de freqüência no universo dos fatos das conseqüências previstas na representação geral. Como uma construção formal, a ciência enquanto semiótica sustenta-se, mesmo tendo por objeto um universo do puro acaso. Todavia, no interior do conjunto total do sistema filosófico de Peirce, a ciência só adquire significado se corresponder à realidade da Natureza. A garantia desta correspondência estatisticamente relevante seria o fato de o instinto humano pertencer ao mesmo estágio de evolução do universo todo.