Control of Guignardia citricarpa by Bacillus subtilis and Trichoderma spp.

A habilidade de isolados de Bacillus subtilis e Trichoderma spp. em controlar a mancha preta dos frutos cítricos (MPC) foi avaliada em pomares de laranjeira 'Natal'. O primeiro experimento foi conduzido durante a safra de 2001/2002, no qual foram testados quatro isolados de B. subtilis (AC...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Kupper, Katia Cristina, Corrêa, Élida Barbosa, Moretto, Cristiane, Bettiol, Wagner, Goes, Antonio de [UNESP]
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2011
País:Brasil
Institución:Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Repositorio:Repositório Institucional da UNESP
Idioma:inglés
OAI Identifier:oai:repositorio.unesp.br:11449/2348
Acceso en línea:http://dx.doi.org/10.1590/S0100-29452011000400009
http://hdl.handle.net/11449/2348
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Citrus sinensis
Phyllosticta citricarpa
Citrus black spot
Biological control
mancha preta dos frutos cítricos
Controle biológico
Descripción
Sumario:A habilidade de isolados de Bacillus subtilis e Trichoderma spp. em controlar a mancha preta dos frutos cítricos (MPC) foi avaliada em pomares de laranjeira 'Natal'. O primeiro experimento foi conduzido durante a safra de 2001/2002, no qual foram testados quatro isolados de B. subtilis (ACB-AP3, ACB-69, ACB-72 e ACB-77) aplicados de forma isolada ou em mistura, em intervalos de 28 dias, comparando-se com o tratamento fungicida. Dois outros ensaios foram conduzidos durante a safra de 2002/2003, em que os mesmos quatro isolados de B. subtilis e dois isolados de Trichoderma spp. (ACB-14 e ACB-40) foram testados, sendo os isolados aplicados em intervalos de 28 dias no segundo experimento e em intervalos de 15 dias no terceiro experimento. No primeiro experimento, o tratamento com ACB-69 diferiu estatisticamente do tratamento-testemunha, porém não diferiu dos outros agentes de controle biológico ou da mistura dos isolados de Bacillus. No segundo experimento, os tratamentos com ACB-69 e ACB-AP3 resultaram em menores índices de doença em comparação com o tratamento-testemunha. Entretanto, este resultado não se repetiu no terceiro experimento, em que os isolados foram aplicados em intervalos de 15 dias. A severidade de doença foi alta em ambas as safras avaliadas, e o tratamento com fungicida foi o mais efetivo para o controle da doença.