Cytogenetic abnormalities, WHO classification, and evolution of children and adolescents with acute myeloid leukemia

Objetivos: Descrever as alterações citogenéticas e moleculares observadas em crianças e adolescentes com leucemia mieloide aguda (LMA), classificar a LMA de acordo com as classificações da Organização Mundial da Saúde (OMS) de 2008 e 2016 e avaliar o prognóstico de acordo com características clínica...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Amanda de Lourdes Nunes, Cybele de Andrade Paes, Marcos Borato Viana, Benigna Maria de Oliveira, Mitiko Murao
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2019
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)
Repositorio:Repositório Institucional da UFMG
Idioma:inglés
OAI Identifier:oai:repositorio.ufmg.br:1843/61943
Acesso em linha:https://doi.org/10.1016/j.htct.2018.09.007
http://hdl.handle.net/1843/61943
https://orcid.org/0000-0001-9665-2115
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Acute myeloid leukemia
Cytogenetic analysis
Prognostic factors
Children
Leucemia mieloide aguda
Análise citogenética
Prognóstico
Criança
Descrição
Resumo:Objetivos: Descrever as alterações citogenéticas e moleculares observadas em crianças e adolescentes com leucemia mieloide aguda (LMA), classificar a LMA de acordo com as classificações da Organização Mundial da Saúde (OMS) de 2008 e 2016 e avaliar o prognóstico de acordo com características clínicas e alterações citogenéticas. Métodos: Foi realizado um estudo longitudinal retrospectivo em uma população de 98 pacientes com LMA, com idade até 16 anos, atendidos em um único hospital no período de 2004 a 2015. Resultados: Entre os 80 pacientes para os quais foi possível analisar o cariótipo, 78,7 % apresentavam alterações cromossômicas, sendo a mais frequente t(15;17)(q22;q21). Dos 86 pacientes para os quais tínhamos dados citogenéticos ou moleculares que permitiam classificar a LMA de acordo com a classificação da OMS, 52,3% pertenciam ao grupo com anomalias genéticas recorrentes, 22% ao grupo “LMA sem outra especificação”, 18,6 % ao grupo com alterações citogenéticas relacionadas à mielodisplasia e 7% ao grupo com leucemia relacionada à síndrome de Down. A sobrevida global (SG) em cinco anos para todo o grupo foi de 49,7% ± 5,2%. Nas análises univariada e multivariada, pacientes com alterações citogenéticas relacionadas à mielodisplasia (OS 28,1% ± 12,2%) e aqueles com “LMA sem outra especificação” (OS 36,1% ± 11,2%) tiveram prognóstico desfavorável quando comparados aos pacientes com LMA com anomalias genéticas recorrentes (OS 71% ± 5,8%) e pacientes com LMA relacionada à síndrome de Down (OS 83% ± 15,2%, p = 0,011). Conclusões: Os resultados corroboram a importância das alterações citogenéticas como fator prognóstico e indicam a necessidade de estudos cooperativos e prospectivos para avaliar a aplicabilidade da classificação da OMS na população pediátrica.