Anticorpos neutralizantes contra os vírus da cinomose e da parainfluenza em cães de canis dos municípios de Novo Hamburgo e Porto Alegre, RS, Brasil

No presente estudo, foi realizada uma pesquisa em busca de anticorpos neutralizantes contra os vírus da cinomose (CDV) e da parainfluenza (CPIV) caninos em amostras de soro de 173 cães recolhidos a canis municipais em Novo Hamburgo (n=82) e Porto Alegre (n=91), RS. A pesquisa de anticorpos neutraliz...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Hartmann, Tamahine Larronda Schmidt, Batista, Helena Beatriz de Carvalho Ruthner, Dezen, Diogenes, Spilki, Fernando Rosado, Franco, Ana Claudia, Roehe, Paulo Michel
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2007
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositorio:Repositório Institucional da UFRGS
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.lume.ufrgs.br:10183/21980
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/10183/21980
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Cinomose
Vírus da parainfluenza
Cães
Anticorpos
Canine distemper virus
Canine parainfluenza virus
Dogs
Serum neutralization
Descripción
Sumario:No presente estudo, foi realizada uma pesquisa em busca de anticorpos neutralizantes contra os vírus da cinomose (CDV) e da parainfluenza (CPIV) caninos em amostras de soro de 173 cães recolhidos a canis municipais em Novo Hamburgo (n=82) e Porto Alegre (n=91), RS. A pesquisa de anticorpos neutralizantes foi realizada pela técnica de soroneutralização frente a duas amostras vacinais de CDV (Rockborn e Snyder Hill) e frente a uma amostra de CPIV (V660). Em relação ao CDV, 95,9% das amostras de soros foram negativas para anticorpos neutralizantes contra a amostra Snyder Hill e 90,7% soronegativas para a amostra Rockborn. Entre os soropositivos (n=20; 11,6%), somente três deles apresentaram anticorpos neutralizantes frente às duas amostras de CDV testadas, indicando pouca reatividade cruzada entre as mesmas. Quanto ao CPIV, a prevalência de anticorpos neutralizantes encontrada frente à amostra V660 foi de 51,4%. Esses achados indicam que a maioria dos cães examinados não teve contato prévio com o CDV, seja por infecção natural ou por imunização prévia. O CPIV, porém, parece estar amplamente difundido na população canina examinada, provavelmente por exposição natural ao vírus.