Ocorrência de Rangelia vitalii em canídeos da região nordeste do Rio Grande do Sul

A rangeliose é uma doença reemergente causada pelo protozoário Rangelia vitalii. Nos últimos anos, grupos de pesquisa da América do Sul buscam esclarecer aspectos relacionados à sua epidemiologia, ciclo biológico e patogenia. A doença causa em cães anemia e severa trombocitopenia. E por muito anos a...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Copat, Bruna
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2019
País:Brasil
Institución:Universidade de Caxias do Sul (UCS)
Repositorio:Repositório Institucional da UCS
Idioma:inglés
portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.ucs.br:11338/12062
Acceso en línea:https://repositorio.ucs.br/11338/12062
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Canidae
Protozoologia veterinária
Cão - Doenças
Canids
Veterinary protozoology
Dogs - Diseases
Descripción
Sumario:A rangeliose é uma doença reemergente causada pelo protozoário Rangelia vitalii. Nos últimos anos, grupos de pesquisa da América do Sul buscam esclarecer aspectos relacionados à sua epidemiologia, ciclo biológico e patogenia. A doença causa em cães anemia e severa trombocitopenia. E por muito anos acreditou-se que canídeos selvagens servissem como reservatórios e fontes de transmissão do protozoário para os vetores. A dissertação objetivou relatar um caso de apresentação clínica de rangeliose em um canídeo silvestre da espécie Cerdocyon thous e determinar a ocorrência de Rangelia vitalii em cães da região nordeste do Rio Grande do Sul. O canídeo silvestre foi atendido no Zoológico da Universidade de Caxias do Sul apresentando sinais clínicos compatíveis com anemia hemolítica, recebendo suporte clínico e evoluindo ao óbito após 24 horas. R. vitalii foi identificada no esfregaço sanguíneo de ponta de orelha e em análise molecular por PCR. O relato levantou suspeita quanto a ocorrência de R. vitalii em cães domésticos da região nordeste do estado, sugerindo a necessidade de estudos. Para determinação da ocorrência de Rangelia vitalii, foram utilizadas 380 amostras de sangue total de cães domiciliados, cedidas por dois laboratórios de análises clínicas da cidade de Caxias do Sul (RS). Alíquotas de 1ml de sangue total em EDTA foram encaminhadas ao Laboratório de Protozoologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) para análise molecular por PCR para Rangelia vitalii. Confirmou-se a presença do protozoário em dois animais, revelando sua ocorrência na cidade em 0,52%. Destaca-se a importância do primeiro relato de rangeliose clínica em um canídeo selvagem e primeiro estudo molecular de ocorrência de R. vitalii em cães da região de Caxias do Sul, Rio Grande do Sul. [resumo fornecido pelo autor]