Efeitos do colecalciferol na modulação de proteínas presentes no fluxo autofágico em células RAW 264.7 estimuladas por lipopolissacarídeo

A vitamina D apresenta duas formas principais: a vitamina D2 (ergocalciferol) e a vitamina D3 (colecalciferol). A deficiência hormonal da vitamina D atinge escala global, tornando os indivíduos propensos às consequências dessa carência. A principal fonte de vitamina D é a exposição cutânea à radiaçã...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Freire, Aline de Lima Pessoa
Formato: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2024
País:Brasil
Recursos:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:teses.usp.br:tde-17012025-183212
Acesso em linha:https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/9/9142/tde-17012025-183212/
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Autofagia
Autophagy
Células RAW 264.7
Cholecalciferol
Colecalciferol
LPS
RAW cells 264.7
Descrição
Resumo:A vitamina D apresenta duas formas principais: a vitamina D2 (ergocalciferol) e a vitamina D3 (colecalciferol). A deficiência hormonal da vitamina D atinge escala global, tornando os indivíduos propensos às consequências dessa carência. A principal fonte de vitamina D é a exposição cutânea à radiação solar UVB (290-315 nm). Seja ingerido ou sintetizado, o colecalciferol necessita passar por dois processos de hidroxilação para originar sua forma biologicamente ativa, denominada 1,25(OH)2 D3, a qual apresenta alta afinidade aos receptores de vitamina D (VDR), o que permite desempenhar seus mecanismos de ação genômico e não genômico. Os macrófagos e as células RAW 264.7 expressam tanto a enzima CYP27B1, quanto os receptores VDR, permitindo a conversão e a ação hormonal do 1,25(OH)2 D3. Dentre as atuações da vitamina D3, destaca-se a ação indutora da autofagia. Por isso, foi analisado o efeito modulador do colecalciferol (in vitro) sobre as proteínas participantes do fluxo autofágico, em células RAW 264.7 estimuladas por LPS. Para isso, foram utilizados o colecalciferol (na concentração de 100nM) e o LPS (na concentração de 100ng/mL), distribuídos em quatro grupos: controle; colecalciferol; LPS; LPS+colecalciferol. A viabilidade mitocondrial das células RAW 264.7 foi analisada por ensaio em MTT (0,5mg/mL); a viabilidade celular foi observada pela técnica de citometria de fluxo, com o iodeto de propídeo (PI); a quantificação do óxido nítrico (NO) foi mensurada a partir da reação de Griess; a expressão das proteínas atuantes na via de sinalização da autofagia, como PI3KC3, beclin-1, LC3B II e p62, assim como, mTOR, foi analisada pela técnica de Western-blotting. Verificamos que o estímulo com o LPS promoveu um aumento na liberação do NO, beclin-1 e p62. No entanto, a adição do tratamento com o colecalciforerol não alterou essa condição. Concluímos que, nas condições de tratamento deste estudo, o colecalciferol não teve efeito modulador na expressão de proteínas do fluxo autofágico em células RAW 264.7 estimuladas por LPS.