“BRUGES ERA A SUA MORTA. E A SUA MORTA ERA BRUGES”: RELAÇÕES FOTOLITERÁRIAS NO ROMANCE DE GEORGES RODENBACH

Este artigo parte dos estudos fotoliterários para analisar as relações entre literatura e fotografia em Bruges-a-morta (1892), romance do escritor belga Georges Rodenbach. Tendo como principais bases teóricas Barthes (2018), Ribeiro (2008), Mantovani (2019), Hoek (2006) e Santaella; Nöth (2015), est...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Mantovani , Juliana Estanislau de Ataíde, Ferreira, Mylena Colaço
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2023
País:Brasil
Institución:Centro Universitário Campos de Andrade (UNIANDRADE)
Repositorio:Scripta Alumni (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.www.uniandrade.br:article/3005
Acceso en línea:https://revista.uniandrade.br/index.php/ScriptaAlumni/article/view/3005
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Fotoliteratura
Georges Rodenbach
Bruges
Morta
Descripción
Sumario:Este artigo parte dos estudos fotoliterários para analisar as relações entre literatura e fotografia em Bruges-a-morta (1892), romance do escritor belga Georges Rodenbach. Tendo como principais bases teóricas Barthes (2018), Ribeiro (2008), Mantovani (2019), Hoek (2006) e Santaella; Nöth (2015), este estudo consiste na análise da narrativa verbal em consonância com as fotografias da cidade de Bruges presentes no livro, considerando ainda que se trata do espaço de desenvolvimento do romance. Nesse sentido, alicerçando-nos nas relações entre texto e imagem e na percepção da indissociabilidade entre o romance e as fotografias, buscamos compreender o papel da cidade de Bruges no romance, bem como a sua importância como personagem principal da obra e possível reflexo de uma personagem morta.