À beira do rio e à margem da história: (re)ocupando espaços através da etnoeducação patrimonial e da reexistência de uma comunidade quilombola no Guaporé afro-amazônico

Este artigo apresenta a segunda fase da iniciativa de etnoeducação patrimonial. Por um Museu do Forte Vivo desenvolvida no âmbito do projeto de arqueologia comunitária junto aos discentes quilombolas do Forte Príncipe da Beira (Costa Marques/RO) com a retomada do ensino presencial....

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Cardoso de Mello, Louise
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2024
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Pelotas (UFPEL)
Repositorio:Cadernos do LEPAARQ
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.ufpel:article/26103
Acceso en línea:https://periodicos.ufpel.edu.br/index.php/lepaarq/article/view/26103
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Forte Príncipe da Beira
Museu Nacional
Etnoeducação patrimonial
comunidades quilombolas
Arqueologia da Reexistência
Descripción
Sumario:Este artigo apresenta a segunda fase da iniciativa de etnoeducação patrimonial. Por um Museu do Forte Vivo desenvolvida no âmbito do projeto de arqueologia comunitária junto aos discentes quilombolas do Forte Príncipe da Beira (Costa Marques/RO) com a retomada do ensino presencial. Após receber o reconhecimento do IPHAN mediante o Prêmio Luiz de Castro Faria 2022, o projeto tem agora a oportunidade de testar algumas das lições aprendidas em tempos pós-pandêmicos. Os resultados dessa abordagem metodológica são problematizados no marco conceitual da Arqueologia da Reexistência e no contexto mais amplo dos Estudos Afro-Latino-Americanos, inserindo-se no debate acerca da multivocalidade/plurivocalidade nos processos de patrimonialização e disputa de memórias.