Trajetória da restauração florestal de áreas mineradas ao longo de 17 anos em unidade de conservação na Amazônia/ 17-year forest restoration of mine areas in Amazon conservation unit
A trajetória da restauração florestal de áreas mineradas, na Floresta Nacional de Saracá Taquera (PA), iniciada em 1996, através do reflorestamento heterogêneo com espécies nativas, concomitantemente à indução e facilitação da regeneração natural através da incorporação e espalhamento superficial de...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2020 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Instituto Superior de Educação Vera Cruz (VeraCruz) |
| Repositorio: | Revista Veras |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs2.ojs.brazilianjournals.com.br:article/6319 |
| Acceso en línea: | https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BRJD/article/view/6319 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | restauração florestal recuperação área degradada parcelas permanentes monitoramento reflorestamento regeneração natural mineração de superfície Amazônia. |
| Sumario: | A trajetória da restauração florestal de áreas mineradas, na Floresta Nacional de Saracá Taquera (PA), iniciada em 1996, através do reflorestamento heterogêneo com espécies nativas, concomitantemente à indução e facilitação da regeneração natural através da incorporação e espalhamento superficial de uma camada de top soil, foi avaliada por um período de 17 anos. Inicialmente foi feita a análise do reflorestamento com e sem incorporação de solo superficial; em seguida a da regeneração natural de espécies arbóreas e ao final a análise conjunta da evolução do reflorestamento e da regeneração natural. No período considerado constatou-se: (i) a ocorrência de um total de 120 espécies arbóreas, distribuídas em 33 famílias - considerando-se o reflorestamento e a regeneração natural; (ii) 45 (37,5%) e 59 (49,2%) espécies são exclusivas respectivamente, do reflorestamento e da regeneração natural; apenas 16 (13,3%) são originárias de ambas as práticas silviculturais; (iii) a abundância foi de 3.967 árvores ha-1, sendo 1.308 árvores ha-1 originárias do reflorestamento e 2.659 árvores ha-1 da regeneração natural; (iv) o diâmetro médio (DAP) foi de 5,9 cm e a área basal foi de 16,9 m² ha-1. A prática da restauração florestal de áreas mineradas na Amazônia, onde se emprega a incorporação e o espalhamento superficial de uma camada de top soil, aliada ao reflorestamento heterogêneo com espécies nativas e adaptadas ao novo ecossistema artificial formado é a melhor e, talvez única opção comprovada que produz os efeitos desejados para o sucesso conservacionista da restauração de áreas mineradas no bioma em referência. |
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