Caracterização geoquímica com indícios paleoambientais de folhelhos da Formação Pimenteiras, estado do Tocantins, Bacia do Parnaíba, Brasil
A descoberta de gás natural em depósitos siliciclásticos da Bacia do Parnaíba impulsionou novas pesquisas no intuito de entender o sistema petrolífero, caracterizar intervalos de rocha com potencial gerador de hidrocarbonetos, bem como melhorar a caracterização paleoambiental. Visto que a deposição...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2017 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal da Bahia (UFBA) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFBA |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufba.br:ri/28965 |
| Acceso en línea: | http://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/28965 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Formação pimenteiras Bacia do Parnaíba Inundação marinha Geoquímica orgânica Petróleo Hidrocarboneto |
| Sumario: | A descoberta de gás natural em depósitos siliciclásticos da Bacia do Parnaíba impulsionou novas pesquisas no intuito de entender o sistema petrolífero, caracterizar intervalos de rocha com potencial gerador de hidrocarbonetos, bem como melhorar a caracterização paleoambiental. Visto que a deposição da principal rocha geradora na Bacia do Parnaíba, a Formação Pimenteiras, ocorreu durante o Devoniano, associada a um evento anóxico global no Frasniano, amostras de folhelhos devonianos foram coletadas em afloramentos da Formação Pimenteiras e analisadas por meio das técnicas geoquímicas de carbono orgânico total, enxofre total, pirólise Rock Eval e isótopos estáveis de carbono. Os resultados obtidos das análises nas 27 amostras de rocha geradora coletadas indicaram que 67% das amostras possuem o teor de carbono orgânico total mínimo requerido para gerar hidrocarbonetos. Cerca de 77% das amostras apresentaram potencial para gerar gás, enquanto os percentuais restantes são os correspondentes às amostras com potencial de gerar óleo ou gás. A temperatura máxima de pirólise sugere imaturidade termal das amostras. A correlação dos dados geoquímicos permitiu reconhecer indícios das variações no paleoambiente deposicional dos afloramentos estudados, provavelmente por inundações marinhas. |
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